A falta que você não me faz

Oi pessoas...
               Hoje me peguei pensando nas muitas pessoas que passaram pela minha vida nos últimos tempos.

            Nesse ano, me propus a fazer algumas mudanças. Uma das mais importantes foi a tarefa de conhecer pessoas novas. Não é novidade que eu sempre gostei de gente mas, tive algumas experiências que não foram tão boas como eu esperava; conheci muitas em um espaço de tempo bem curto e pelas motivações e expectativas que eu não estava preparada.

          Após um tempo de muita agitação algumas dessas pessoas que conheci, se tornaram bem importantes para mim: abri espaço na minha vida e no meu coração para elas e desejei que fizessem parte da minha rotina e do meu mundo. Devo confessar que não deu muito certo: as pessoas ocupam o lugar que querem e podem na vida da gente e, não,  aquele que criamos e desejamos.

              Pois é, uma dessas pessoas que conheci, foi colocada em um lugar importante pra mim: parecia haver sintonia, abertura e conexão, e penso que, até determinado ponto havia, não do modo como eu queria, mas a conexão já estava criada. O castelo de areia construído e a miragem/imagem do relacionamento parecia bem real.

        Percebo, agora, que estávamos em perspectivas de amizade diferentes, em graus de proximidade desequilibrados e com distâncias de relacionamento a serem ajustadas. Aliás, devo confessar que, equilibrar e ajustar medidas sempre foi meu ponto fraco, meu aprendizado na matemática do amor e das relações foi bem falho!!! Até hoje desconfio que não cursei bem essa matéria.

     A conclusão que chego, embora provisória, é que você não me faz muita falta, e , o motivo, embora óbvio, ficou claro agora: só faz falta, quem um dia esteve presente e, esse, definitivamente, não é o nosso caso.

Muita luz pra todos!!!
Laís Ribeiro

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