O futuro é uma porta a ser aberta

Oi gente boa... o ano tá terminando e com ele muitas coisas... muitas doloridas, difíceis... outras mais tranquilas, serenas....
Hoje, vou fazer um texto povoado de clichês... por favor me desculpem... acho que estou me apaixonando...
O futuro é uma porta a ser aberta para um mundo de descobertas e incertezas. É preciso ter coragem não apenas para cruzar a porta mas, também, para fazê-lo com coragem e ousadia. Ser forte o suficiente para aguentar as coisas ruins e ter o peito e a mente aberta para o inesperado e para o novo. E não basta apenas abrir.  Temos que entrar, com algumas seguranças e planos B, e explorar... dar um passo de cada vez e ainda ser capaz de maravilhar-se com as coisas simples (por que geralmente nelas é que estão escondidas as chaves da felicidade!!).
Ter coragem e ousadia para fechar àquelas portas que não nos servem mais e não nos levam a lugar algum. São lugares familiares, que já conhecemos, mas que estão cheios de coisas que não nos servem mais. Ter a certeza de que já está na hora de fechar e jogar a chave fora.
Quem sabe tentar uma outra porta? Um caminho novo e cheio de desafios? Às vezes, a gente pensa que é tão difícil... mas depois do primeiro passo...o resto flui..
2014 se vai e com ele, muitas portas que cansei de tentar manter abertas... que se fechem!!
Estou pronta pra abrir novas portas...que venham... me sinto preparada... algumas delas  já estão começando a se abrir... já não era sem tempo!!!

A importância da letra L

Oi.. gente boa...é isso aí... vésperas de Natal...vésperas de comilanças e presentes e coisa e tal...
Hoje eu vim aqui pra conversar sobre a importância de uma letra. Essa sobre a qual falarei hoje, se faz presente a muito tempo na minha vida, até antes mesmo de eu existir, já existia um L na minha vida... explico-me melhor, minha mãe e eu temos o mesmo nome. O que nos diferencia é um Amélia que me faz companhia (sim eu sou Amélia... podem fazer as tradicionais piadas...) e um contexto de vida bem diferente.
Mas vamos começar pelas semelhanças. Temos o primeiro nome igual. Os mesmos lábios e a mesma paixão por ensinar. Isso é tudo o que sei sobre ela porque não a conheci. Penso que o mundo não comportaria duas Laís(es). Daí uma partiu.Foi ela.
 Nós duas tivemos uma filha. Muito amada e muito desejada. Nós duas não tivemos muita sorte em nossos casamentos e optamos por um vôo solo.
As nossas semelhanças acabam por aí.
Não sei quanto à ela mas não quero ficar a vida toda em voo solo. Quero companhia. Preciso de parceria, companheirismo e paixão. Muita paixão. Sou movida a isso. Não sei viver uma vida morna. Uma relação meio termo. Uma vida sem graça. Tem gente que me chama de extremista. Eu não acho. Eu sou apenas ansiosa. Acho que a vida é muito curta pra esperar e pra lidar com um talvez... Prefiro um não ou um sim. Direto. Sem anestesia. Libertador.
L também é uma letra que me define muito bem: louca, livre, leve (ainda estou trabalhando nisso)...Sou louca pela minha filha. Sou livre pra me apaixonar. Tento ser leve nas minhas relações.
L também é a letra inicial do nome de uma nova pessoa que está surgindo na minha vida. Uma pessoa calma, divertida, culta... uma nova perspectiva. Um pouco distante mas, que aos poucos está se fazendo presente. E me conquistando. Se esse L vai permanecer por muito tempo na minha vida? Ainda não sei. Mas pode ser o início de muitas coisas boas...

Eduardo e Mônica - o fim

E aí gente boa...
Venho aqui terminar uma estória.
Eduardo e Mônica eram nada parecidos. O pouco que tinham em comum não foi o suficiente.Os contras superaram os prós. Não foi preciso dizer muita coisa. O tempo se encarregou de tudo. Em uma semana muita coisa aconteceu. Mais do que se esperava...
A Mônica, sofreu muito. Passou a semana arrastando correntes... mandando sinais de fumaça... bem lá no fundo ela já sabia.
Cada pessoa tem seu tempo. O tempo do Eduardo não era o mesmo da Mônica. Quando não há querer as distâncias servem apenas confirmar o senso comum. O amor só chega quando e pra quem está preparado. Ele é um e frágil pequeno tesouro .
A Mônica como se sentiu? Partida. Em mil pedacinhos.
E o Eduardo? Como se sentiu? Falou alguma coisa? Sentiu algo? Pra falar a verdade, nem sei e talvez nem queira saber.
A vida segue.

Aquilo que eu procuro...

Oi gente boa
As coisas andam acontecendo em uma velocidade muito rápida na minha vida... a vida engatou uma quarta direta e resolveu que tudo deve ocorrer em modo "fast". Mal tenho tido tempo pra refletir profundamente sobre tudo.
Um lado é bom. O que está acontecendo é um monte de coisas boas... sérias... mas positivas... um monte de portas que estavam fechadas resolveram começar a abrir todas ao mesmo tempo... eu estou meio tonta sem saber direito pra onde ir... por enquanto observo tudo de longe.... vamos ver no que vai dar.
Eu, que por natureza, definição e opção, odeio esperar, agora tenho que aguardar. Esperar pacientemente por coisas e decisões que não dependem inteiramente de mim.
Aproveito esse tempo de espera pra descobrir o que eu realmente procuro. A resposta que parece, em um primeiro momento bem simples não é tão direta assim. Não tenho uma definição total daquilo que eu sonho. Agora quero encontrar um amor. Um amor arrebatador daqueles de cinema. De borboletas no estômago e coração pulsando forte. De esquecer do tempo. Isso é o que eu quero. Isso é o que eu procuro.
Tô cansada de metades, de coisas pequenas, por partes... tô cansada do prato do dia.Quero o especial. E a sobremesa. E a cerveja mais gelada. Tô de saco cheio do médio, do "isso é o que tem pra hoje". Quero me lambuzar no que há de melhor.. provar e ficar saciada e querendo mais...
Eu sei que não sou "a última coca cola do deserto". Mas, eu sei quem eu sou, o que vivi e o que desejo. Eu sou legal. Eu tenho um coração enorme cheio de amor pra oferecer. Sou louca, ciumenta e um pouco descontrolada. Isso é o normal.
Acho que mereço um pouco de felicidade. Uma porção de alegria. Um balde de romance. Meus pedidos de Natal são apenas esses Papai Noel... e nem precisam vir embalados!!

Eduardo e Mônica... um versão diferente

Eduardo e Mônica eram pouco parecidos mas viviam em mundos bem diferentes. Se se cruzassem em uma calçada, provavelmente nem se veriam: ela preocupada com as compras do supermercado (fazendo uma lista mental) enquanto ele checava seus emails no iphone. Ela era de leão e ele tinha 26. Ela pensava no doutorado e ele no TCC da graduação. Ela, agitada, falante e insegura. Ele, calmo controlado, tranquilo. Ela pensava em mobiliar a cozinha. Ele, nas suas próximas férias na Califórnia.
Mesmo com tudo diferente, veio mesmo de repente, uma vontade de se ver. E conversaram muito pra tentar se conhecer. Andaram pela cidade. Visitaram livrarias e sentaram lado a lado pra ler. Descobriram muitos gostos em comum.
Mônica percebeu que a cara de gurizinho do Eduardo escondia um homem inteligente, sensível e maduro. Ele se sentiu pressionado por ela. Achou melhor ouvir mais do que falar. Demorou um pouco pra qualquer iniciativa. Era reservado.
A Mônica estranhou um pouco esse jeito. Decidiu mudar de assunto. Conversaram sobre livros, esportes e música. Descobriram que ambos gostava de skate, de Oaisis e de Kings of Leon.
Ansiosa, ela resolveu abrir o jogo com o Eduardo. O tempo estava passando e as coisas ficam mais sérias (pra ela) e mais confusas. Mostrou a sua lista. Ele ficou espantado e mais pressionado. A Mônica achou que tinha feito bobagem em mostrar a lista. Ele ficou em silêncio observando cada item.
Eduardo e Mônica fizeram muita coisa juntos. Beberam cerveja. Visitaram os monumentos históricos da cidade. Jantaram. Deram muita risada. Filosofaram muito. Mas, a realidade bateu à porta. Aliás, deu um soco na Mônica. Ela queria passear, e ele, indignado disse: hoje eu vou trabalhar.
A Mônica engoliu em seco. Tinha colocado toda a sua vida em suspenso pra encontrar o Eduardo. Se desdobrou em muitas. Desligou o modo sonho e acionou o vida real. Fechou o parênteses daquele final de semana tão tri. Respirou fundo. Mas não conseguiu conter o choro.
Merda - pensou ela. Agora estraguei tudo.
Eduardo pediu desculpas. Ficou mal. Nenhum dos dois estavam preparados da mesma maneira pra voltar à realidade. A Mônica sofreu mais. O Eduardo ficou pensativo.
À medida que a realidade se aproximava, a Mônica pensava: o sonho acabou. Agora é hora de se colocar no piloto automático de novo. Mas o Eduardo ainda continua nos pensamentos, no coração e no celular dela.
Na versão musical, aquele "Eduardo e Mônica" acaba bem. Nessa ainda não se sabe. Ainda estamos na primeira parte. Aguardaremos.

Uma palavrinha sobre o medo

Oiii... a sumida retornando...
Depois de um tempos de folga mental, resolvi deixar a preguiça de lado e escrever um pouquinho. Hoje vou falar o que penso sobre o medo... bom eu nunca fui uma pessoa muito medrosa, e , só depois que virei mãe foi que pensei que preciso ser mais cautelosa com algumas coisas. Posso dizer uma coisa: gosto de um imprevisto planejado. Explico melhor: gosto de arriscar desde que haja algum tipo de garantia, que eu esteja em terreno conhecido e que aja um plano B. A garantia é só pra evitar os prejuízos, e isso vale tanto pra coisas materiais quanto às emocionais; o terreno conhecido é pra prever um pouco o que pode acontecer, já ter algum tipo de certeza e, por último um plano B, algo que não tenho muito o hábito de fazer (geralmente ajo no improviso nesse caso). Agir dessa maneira, pode diminuir o medo e a ansiedade quando se trata de uma nova aventura, mas, por outro lado, deixa pouco espaço para apreciar e curtir o que pode vir a acontecer, o deixar rolar...
O medo, dizem alguns cientistas e o senso comum ( existe alguma diferença muito grande entre os dois? não sei...), existe como uma forma de instinto de auto preservação, como um sinal de alerta em relação à coisas que podem colocar a nossa vida (física pelo menos!) em risco; nos ajudar a optar por coisas que evitem a dor... Pena que esse instinto desliga ou não funciona no que diz respeito às relações amorosas... a gente ignora todos os sinais e continua insistindo... mas isso é uma outra estória...
Mas, eu falava pra vocês sobre o medo. Bom eu penso que ter alguns medos é um sinal de saúde mental, desde que,  eles estejam sob controle e que não nos impeçam de viver. O instinto de auto preservação não deve ser confundido com comodismo ou covardia. Não deve nos paralisar, sim, ao contrário, nos impulsionar em busca de soluções para as coisas que estão nos incomodando.
Confesso que eu tenho alguns medos clássicos tipo medo de rato, medo de ninhos de bichos (tipo formigas ou vermes), medo da violência, de água que não dá pé e da solidão. No caso dos bichos, evito o encontro... faço que não vejo... de resto procuro me prevenir, pedir proteção, evitar situações de risco e cultivar amigos.  Isso nem sempre funciona mas, me oferece algum tipo de garantia e diminui um pouco do medo.
Enfim... depois de tudo que vivi durante esse ano, o meu maior medo de todos é não arriscar por medo. Achar, também movida por esse sentimento, que não vou ser capaz de enfrentar uma determinada situação, que não sou competente,que estou sonhando muito alto...prefiro tentar e terminar algum tipo de arrependimento do que ficar paralisada de medo: medo do que os outros vão pensar, medo de mim mesma, medo de fracassar...
Embora isso seja um clichê máximo eu concordo: quem não arrisca, não petisca... e eu sou mais do tipo que arrisca. E vocês quando foi que se arriscaram pela última vez?

Filosofia da formiga

Oi gente... tô viva...mas essa semana foi punk rock!!
Quem me conhece bem sabe que odeio mudanças!! Levo tempo pra me adaptar a novas situações e assimilar novas exigências. Pois bem, essa semana foi o oposto de tudo isso. Foi tudo ao mesmo tempo agora. Uma demanda nova atrás da outra. Sem tempo pra pensar. Sem pausa. Sem preparação. As coisas iam surgindo e exigindo uma resposta imediata. E muitas vezes me senti como essa formiga da ilustração: carregando um peso muito maior que eu pensava que podia carregar e sem tempo para pensar. Todas as situações que ocorreram exigiam uma resposta minha imediata e paciência... muita paciência... muito jogo de cintura e muita calma. Pra falar a verdade, eu até me admirei de mim mesma: fiquei surpresa com a forma rápida que consegui resolver as coisas e tive um aprendizado bem importante: pouquíssima coisas me abalam, a vida é muito curta pra deixar os eventos do dia a dia tirarem a tua calma e paz de espírito. Tudo passa. Ás vezes demora um pouco. Mas aquilo que agora te aflige pode se tornar um aprendizado. Simples assim.
Nos momentos mais tensos nos quais eu achei que não iria mais aguentar e explodir, adotei a filosofia da formiga: um passo depois do outro, sem pressa, mas sempre em frente sem parar, tendo certeza que se assim fosse eu chegaria aonde eu precisava mesmo que demorasse. Caminhei muito durante esses poucos dias e isso me faz pensar e refletir sobre muitas coisas. Refleti sobre os meus erros e fiquei feliz com os meus acertos.
Daqui pra frente, quando o bicho tiver pegando na minha vida, vou seguir a filosofia da formiga: um passo de cada vez, sempre em frente, mesmo que devagar, a gente chega lá... com certeza!! Eu recomendo!!!