Sim... eu cometo erros.. e muitos... com bastante frequência...

Oi gente boa... pra variar...inspiração que é bom... zero...
Mas enfim, resolvi fazer essa postagem em homenagem a muitas pessoas que eu conheço,e, me atrevo a dizer, praticamente todas com as quais convivo.
A premissa básica da qual não se pode fugir... todo mundo comete erros, exagera, perde a ocasião, fala demais... isso é tão normal, tão natural que é uma pena que tenhamos tanto medo disso. A maior parte das pessoas quer parecer à prova de erros e infalível, porque errar, na sociedade em que vivemos é prova de humanidade, e, ser humano e sensível nem sempre é uma boa escolha. Alguns poucos partem pro radical: "sou assim mesmo o mundo que se adapte"  outros, já preferem o meio termo, o politicamente correto. Eu, pra ser bem sincera, acho isso um saco. Agora é preciso ficar cheia de cuidados pra dizer que uma pessoa é gay, ou é deficiente físico, ou é negra... Pô acha paciência pra tanto mimimi!!!
Eu que tenho muitas tatuagens, convivo com pessoas, que, pelo menos aparentemente, não ficam me julgando por causa delas, mas sei que, ser a minoria (seja tatuado, negro, deficiente, gay,gordo) nunca é fácil, porque sempre há um sem noção pra fazer uma piadinha sem graça.
Mas o assunto principal desse post não é esse. Desculpem. Eu tô bem dispersiva.
Eu estava falando sobre cometer erros e isso geralmente está associado a fazer as coisas de uma maneira diferente da maioria;optar por um outro estilo de vida bem diferente dos nossos pais, por exemplo. Uma coisa é garantida: o preço a ser pago não vai ser baixo, o povo vai te julgar sem dó, vai identificar tuas escolhas como erros e , ficar esperando pra ver a tua queda.
Julgar os outros é muito fácil. Classificar e condenar as escolhas alheias, desde que sejam diferentes das tuas, é quase um esporte nacional. Todo mundo faz isso. E quem diz que não faz tá sendo hipócrita.
Eu ando saindo mais e encontrando pessoas bem diferentes que são legais e felizes e isso está me forçando a refletir sobre os meus conceitos e talvez, mudar algumas coisas. Acho que nunca é tarde para recomeços.
Uma última palavrinhas sobre erros: só erra quem tenta e quem arrisca... quem fica parado  e não arrisca nada é apenas levado pela vida. Fica a dica: arrisca, mesmo que der errado valeu a experiência e o aprendizado.

Party girl... ou ... virando uma pessoa festeira

Oi gente ...
Depois de muito tempo... mas muito tempo mesmo... resolvi deixar a preguiça de lado e "botar o meu bloco na rua" e trocar as minhas maratonas do "ID" por festas na noite pelotense.
Uma coisa eu tinha claro: essa primeira saída tinha que ser sozinha pra ver como eu me sentia... sem amigos... e sem "muletas" de nenhum tipo.
Me preparei bastante, mas confesso que antes de sair, o meu pijama e a televisão quase me fizeram desistir.
Mas consegui. Saí. Dancei. Me diverti. Não foi um terço do bicho de sete cabeças que eu pensei que seria. Fui em um lugar bem legal e aproveitei bem a noite.
Uma coisa que descobri foi que eu adoro a minha própria companhia e que sair acompanhada e se divertir é muito bom, mas sair sozinha e conseguir se sentir bem dentro da própria pele é melhor ainda.
Percebi que estava um pouco enferrujada. Já não sabia mais como era o dress code da noite. Segui meus instintos e me senti bem. Nada de roupas muito reveladoras. Algo simples mas legal.
Pra minha surpresa percebi que muita menina prefere se vestir "à vácuo" ou com "roupas tatuadas" ou seja, roupas super colantes, curtas, cavadas e ultra reveladoras. O "hair code" é cabelo liso, escorrido, de preferência loiro e com chapinha. Nesse item, me ralei. Não abro mão dos meus cachos e do meu cabelo estilo black power nem a pau. Ele me representa. A gente se entende.
Quanto aos caras... bom... na minha opinião estão todos muito inseguros, muito previsíveis, muito bebezões... ainda não encontrei muitas exceções...
No último final de semana consegui fazer a façanha de conhecer três lugares diferentes em uma mesma noite. Mas isso só foi possível porque eu estava acompanhada. Fui do rock à Lady Gaga em uma mesma noite. Fui do ninho do hetero até o paraíso da diversidade. Me espantei com muita coisa que eu vi mas considero que isso é parte do mundo em que estamos vivendo e o importante é aprender a conviver respeitosamente com as diferenças.
Meu conselho é: se estiveres a fim de sair, sai. Te arruma bem bonita pra ti mesma e te curte. A vida é muito curta pra se ficar adiando as coisas. E bom divertimento!!!!

Sobre cronograma capilar




Oi gente boa...
Decidi, finalmente, fazer uma postagem a respeito de cuidados com os cabelos. Vou explicar como foi o processo todo.
Em termos capilares, eu poderia ser apelidada de camaleão porque estou sempre mudando: cor, corte, estilo... é muito difícil eu ficar com o mesmo visual por mais de um ano... em seguida em acabo cansando e mudando.
Já faz alguns anos que resolvi procurar um estilo de cabelo que seja o mais natural possível, com pouca química e mais perto da natureza do  meu cabelo que é crespo. Já fiz tanta progressiva e alisamento que o meu cabelo mudou muito, principalmente em termos estruturais. Se eu soubesse tudo o que sei agora no começo da minha trajetória capilar teria poupado muito dinheiro.
O meu grande “wake up call” foi ter visto no Pinterest um monte de meninas com cabelo crespo lindo, bem cuidado e o quanto elas ficavam estilosas. Decidi que queria aquele estilo pra mim.
Hum... por onde começar?? Parei com os relaxamentos. Agora estou praticamente seis meses sem esse tipo de química (a última foram as luzes). Depois da primeira vez que fiz as tais luzes fiquei p. da vida comigo mesma pois o meu cabelo, que estava super hidratado na época virou uma palha seca sem definição. Considerei até em usar lenço por um tempo!

Escondi o cabelo por uns dois dias, um foi com lenço e outro foi com o cabelo preso. Daí veio o final de semana e me atirei na internet em busca de receitas pra salvar o meu cabelinho...Das muitas coisas que eu li, algumas eu já sabia que funcionavam: bepantol líquido e a ampola azul semi di linho... apliquei os dois juntos com um creme de pentear e coloquei uma touca térmica... taram...30 minutinhos depois o meu cabelo tinha ressuscitado e a partir daí, era só uma questão de tempo e muita hidratação para ter os meus cachinhos de volta.
Aliás, hidratação é a palavra chave para recuperar o cabelo em transição. Usar muito óleo (de coco, azeite de oliva, vaselina líquida), junto com um bom creme e touca térmica ajudam muito o cabelo a se recuperar. No começo da minha transição capilar, uma boa parte do cabelo (as pontas principalmente) ficavam totalmente sem definição e isso me irritava muito. Usei rolinhos pequenos, baby liss, torcidinhos e uma série de outras coisas que por um tempo funcionavam e depois tudo se desmanchava. Resolvi investir em um bom gel e muita paciência mas, no final, a solução veio mesmo com a vitamina T (de tesoura) eu sempre penso: deixa esse cabelo sem definição ir embora... cabelo cresce... vou hidratar bastante para que o novo venha mais bonito.
Eu quero chegar a essa cor!!
De tanto mexer no Pinterest encontrei o meu cabelo dos sonhos...
Loiro, cheio...lindo... já comecei a clarear... vamos ver quanto tempo leva para que eu chegue a isso!!

Sempre que clareio o cabelo sei que o pobrezinho vai sofrer muito daí dou uma adaptada no cronograma capilar ao lado:
Esse cronograma foi elaborado pela Rayza Nicácio, blogueira cacheada e super querida (minha inspiração). Sempre uso os cremes junto com algum tipo de óleo e com a touca térmica. Quanto ao tipo de creme, eu fiz uma pesquisa sobre aqueles que eu tinha em casa e elaborei meu próprio cronograma. Se o caso for muito urgente recomendo bepantol líquido e a ampola azul semi di linho (a original acho melhor). Era isso. Espero ter ajudado vocês!!

As máscaras nossas de cada dia...

E aí gente boa... quanto tempo ein!!!
Pois é... andei envolvida com tanta coisa por aqui que me faltou inspiração pra escrever... mas eu não posso perder o contato com vocês meus queridos.
Hoje eu quero conversar sobre um trecho de um livro que eu estava lendo:
"É uma época muito difícil para ser uma pessoa, apenas uma pessoa real, de verdade, em vez de uma coleção de traços de personalidade escolhidos de uma interminável máquina automática de personagens." Trecho do livro Garota Exemplar"
Depois de ler isso eu fico me perguntando: existe um EU real ou somos apenas atores trocando máscaras o tempo todo? O que, de fato, pode ser considerado um traço autêntico da minha personalidade e o que é apenas uma máscara?
Se há algo indiscutível é que , ao longo do dia vamos exercendo diferentes papéis sociais, no meu caso: mãe, secretária, administradora, contabilista, motorista, médium(pq toda mãe é sempre um pouco médium no sentido de "adivinhar" as vontades e necessidades de seus filhos),psicóloga e por aí vai...mas eu pergunto: o quanto disso sou eu e o quanto são as circunstâncias que me levam a ser?
É certo que algumas escolhas implicam consequentemente em outras, e a respeito disso não há escapatória. Mas e o resto? O que há de autêntico em mim? Eu não canso de me perguntar e, de, buscar incessantemente respostas. Já sei que essa pergunta pode ser respondida de muitas maneiras e, ser autêntico hoje,é bem difícil e facilmente confundido com uma pessoa do tipo "estraga prazeres" do tipo que "não se mistura" e, no meu caso, muitas vezes, tenho que fazer coisas e agir de modos que não condizem com minhas crenças mais profundas (pelo menos aquelas que eu acredito que são).
Por outro lado, não podemos esquecer que as máscaras também são necessárias pois, servem para proteger de muitas coisas e de nos preservar de perigos mais diretos e agressivos.
Eu confesso: eu uso muitas máscaras quase o tempo todo e o motivo é simples: tenho medo de me revelar, de mostrar o meu EU mais autêntico e acabar por decepcionar as pessoas.
Por isso, pessoas, não confundam a minha timidez com arrogância nem a minha falta de assunto com antipatia. Eu só quero me preservar mais e me revelar para quem realmente merece.

Fofocas e gente com tempo de sobra...

Eu não tinha como não fazer esse post...
Somente os fortes entenderão...
Diz o ditado que quem conta um conto aumenta um ponto, mas tem gente se puxando ein... os roteiristas de novela mexicana estão perdendo grandes autores por aí. Tem um pessoal com uma imaginação tão fértil que eu ando me perguntando: será que a gente tá vivendo no mesmo mundo? No mesmo planeta? Por que a viagem tá muito louca...
Eu admito que não sou nenhuma santa e que de vez em muito, gosto de compartilhar algumas estórias, mas como eu sempre digo,só faço isso de gente que merece, e depois, acabo me arrependendo e ficando com pena da pessoa.
Mas tem pessoas que se puxam na arte de criar estórias sobre a vida dos outros, e, como se isso não bastasse ainda tem que publicar na propaganda boca a boca. Um dos piores aspectos dessas estórias é que elas acabam fazendo com que pessoas que se conhecem e se querem bem se afastem e deixem de falar umas com as outras, por uma série de mal entendidos criativamente criados, e cuidadosamente espalhados no intuito de desmanchar amizades e parcerias.
O que fazer então? Não faço ideia. Tenho o costume de seguir a minha intuição, e, sempre que possível, checar as informações com as possíveis fontes. Para a minha decepção, os "grandes autores", eram pessoas nas quais eu confiava e botava fé, e , em consequência disso, acabo me decepcionando.
Quanto mais eu penso, menos eu entendo a necessidade de algumas pessoas em espalhar estórias ficticias a respeito dos outros (as famosas mentiras no vocabulário popular), só pode ser excesso de tempo... porque é cada estória...tem que ser muito criativo mesmo!!!
Se eu fosse politicamente correta poderia dizer: não façam nada, o próprio linguarudo vai se engasgar com a própria língua, mas isso não combina comigo... eu vou verificar as fontes...tomar um banho de sal grosso, pedir proteção pra São Jorge (afinal mau não há de fazer), caprichar na cara de pau e me sentar no meu banquinho do "vamo vê" esperando a criatura se contaminar com seu próprio veneno.
E se nada der certo... mostro meu anel novo (minha amiga Fer vai entender!!!) e como eu sempre digo "Deus tá vendo" e o cara lá de cima não se engana...
Então galera... caprichem no sal grosso porque a temporada de fofoca está oficialmente aberta!!

Risada e bons amigos...

Oi gente... tô de volta...
Tive uns dias bem pesados... coisas de dez anos finalmente sendo feitas... isso mexeu muito comigo.
Ainda bem que existem os amigos, e, nesse quesito, sou sortuda, não tenho muitos amigos mas tenho boas e grandes amigas... amigas que me dão colo, me ouvem, dão risada comigo...
Eu tava bem chateada...aí uma dessas grandes amigas me convidou pra dar uma voltinha no shopping no sábado. Foi perfeito. Conversamos muito, rimos, fizemos piada, ironizamos...e no final a minha barriga doia de tanto que ri... esssa minha amiga é muito divertida e muito especial... que bom... saí de alma renovada...
Fiquei pensando sobre o que significa ser amiga de alguém, será que existe uma definição de amigo? Já li muita coisa sobre a amizade mas nada foi capaz de descrever a sensação de encontrar alguém com quem a gente se identifica de uma forma tão genuína que nem vê o tempo passar... sem cobranças... sem ranso por ficar algum tempo sem se ver... sem mágoas... a sensação é muito boa... alguém com quem a gente sabe que pode contar. Essa pessoa é minha melhor amiga? Não sei dizer. Não tenho certeza. Mas sei que uma das melhores amigas que alguém pode ter, e tive provas disso no sábado. Ela me ligou e fez questão de saber se estava tudo bem, se podia me ajudar... incrível, me senti muito querida. Se eu pudesse definir de alguma forma o que vem a ser um amigo, eu diria, sendo bem clichê mesmo, que é a pessoa que te faz sentir como se estivesse em casa, sem máscaras, sem falsidade, com todos os defeitos, dúvidas, problemas que todo mundo tem mas se recusa a admitir. Obrigada Fer... temos que fazer isso mais vezes!!!