Sobre promessas e outros bichos

Oi gente boa...
Hoje escrevo pra vocês para confessar o quanto tenho dificuldades em acreditar em promessas, sejam de que tipo for: amorosa, de trabalho, de amizade... eu simplesmente acho difícil acreditar.
Possivelmente isso se deva ao fato de eu mesma não ter conseguido manter uma promessa solene feita diante de muitas testemunhas. E não foi por falta de vontade e empenho...a coisa não deu certo, desandou, desencantou, desmoronou... apesar de todo o esforço, não funcionou...e mesmo assim eu não me canso de me cobrar... tomara que isso um dia essa sensação de fracasso passe...
Acho que as promessas são importantes para nos darem algum tipo de estímulo e impulso para deixarmos a preguiça de lado e batalhar por aquilo que queremos... digamos que eu acredito no intuito da promessa mas não no seu modus operantis... é preciso muito empenho, disciplina e boa vontade e sinceramente, hoje em dia, em tempos de coisas fáceis e descartáveis, manter uma promessa deveria ser um diferencial, pessoas que conseguem fazer isso deveriam ser até objeto de teses de doutorado... porque isso é algo raríssimo!!!
O problema talvez seja a perda do sentido do que seja uma promessa verdadeira e o que isso implica: é mais fácil abandonar do que fazer uma concessão,"sair fora", "desistir" do que arregaçar as mangas e começar a trabalhar para fazer com que a promessa seja mantida, quem sabe uma negociação nos termos do acordo,uma reflexão sobre tudo o que foi conseguido em relação à aquilo que se pensava.
Sei que o tempo se encarregará de colocar todas as coisas em seus devidos lugares, apontar os erros e os acertos,dar novas oportunidades, mas enquanto isso, ainda estou triste. Ainda estou em luto. Procuro não demonstrar porque a vida deve andar pra frente e isso implica em novas promessas. Por enquanto não estou preparada.Estou em luto e descrente de um monte de antigas certezas. O velho clichê diz que o "tempo cura tudo". Será mesmo? Ou é a gente que acaba esquecendo?

Garota Exemplar

Oi gente...
Ontem tive a oportunidade de assistir no cinema esse filme chamado "Garota Exemplar". Enquanto eu me encaminhava para o cinema, pensei o quanto eu tinha de Garota Exemplar. Não que eu me considere um tipo de exemplo a ser seguido, mas, posso dizer que consegui alcançar algumas vitórias, e que, por esse ângulo até posso ser considerada Exemplar. Mesmo assim, não pude deixar de me questionar quais foram as minhas motivações para isso, e por que em grande parte da minha vida eu me considerei, ou pelo menos tentei, ser aquilo que muita gente chama de "joãzinho do passo certo".Me explicando melhor,fiz muita coisa segundo as expectativas do que era considerado o "certo" o "moralmente" desejado: seguindo regiamente as regras e principio para os quais fui sabiamente e fortemente treinada. Conclui, para o meu próprio desapontamento, que, na maior parte do tempo, o meu "modus operantis" diante da vida estava enraizado sobre o medo e a covardia. Medo do que os meus pais iriam pensar, do que a Igreja iria dizer, do que Deus poderia um dia vir a me cobrar, medo da solidão, medo da rejeição... medo de nunca vir a ser feliz. Daí pensei que o mais seguro seria agir de acordo com as expectativas que eu achava que os outros tinham a meu respeito mesmo que isso fosse totalmente contra aquilo que eu pensava, assim, eu poderia sentir menos menos e se algo desse errado, a culpa estaria naquilo que me disseram pra fazer e não nas minhas escolhas.
Hoje penso, depois de muita terapia e alguns anos e experiência sob a face da terra, que eu fui uma grande covarde e tremendamente incoerente comigo mesma. Foi somente há pouco tempo que resolvi gradativamente me libertar e começar a agir um pouco de maneira coerente com as coisas que eu acredito, e por incrível que pareça tenho recebido um maior número de críticas boas, algumas pessoas dizem que "pareço diferente", e procuram apontar razões (geralmente de ordem romântica) para isso. Não, não há nenhuma razão dessa natureza, talvez só um grande cansaço de fazer tudo certinho, e por isso, começar a experimentar novas formas de viver. Confesso que isso ainda é um desafio. Garanto que a minha porção de "Garota Exemplar" ficou lá no passado e deu lugar a uma "Garota Coerente", que ainda está em construção ( mas não vejo perspectiva para isso acabar!!).
Enfim, voltando ao filme posso dizer, sem estragar a surpresas, que aborda essencialmente a relação de um casal em crise, e os pontos de vista do marido e da esposa sob o que e como deve ser um casamento. Um ponto de vista mais comodista e outro querendo romper com isso tudo independente do preço que isso irá custar. Qual o ponto de vista que prevalece no final? Vou deixar para que vocês assistam e tirem suas próprias conclusões. De minha parte, fiquei mais tranquila por estar separada. E vocês o que tem de Exemplar nas suas vidas?

Descontrole da Crespa!!!: Adoçando os problemas...

Descontrole da Crespa!!!: Adoçando os problemas...: Oi gente... olha o findi surgindo... graças a Deus!!! Na semana passada eu conversava com uma pessoa sobre um probleminha de saúde estéti...

Adoçando os problemas...

Oi gente... olha o findi surgindo... graças a Deus!!!
Na semana passada eu conversava com uma pessoa sobre um probleminha de saúde estética que estava  (e continua) me incomodando muito e contra o qual venho lutando a muito tempo, e recebi o seguinte conselho: por que não coloca um pouco de açúcar aí? Confesso que a minha primeira reação foi um sorrisinho forçado e um "ah é mesmo!!!" mas nem resolvi levar o negócio muito a sério.
Pois não é que numa dessas noites de insônia (nas quais mil ideias nascem) resolvi experimentar a tal da receitinha. E, para minha surpresa, na manhã seguinte, o açúcar já tinha começado a fazer efeito! A melhora já estava bem visível. Fiquei bem orgulhosinha por ter tentado algo que eu nem botava muita fé mas que deu um baita resultado.
Na mesma hora fiquei pensando... se funciona pra isso que me incomoda há anos será que não funcionaria pra outras coisas também... e não consegui deixar de pensar: será que ao "adoçarmos" um problema ele vai se acabar se resolvendo?
Ultimamente ando numa vibe muito mais "resolve logo ou te ignoro" em relação aos meus problemas que nem pensei na possibilidade de adoça-los. Talvez isso possa ser uma espécie de resposta (autoajuda modo on), procurar abordar os problemas sob outras perspectivas, destacando os aspectos positivos (autoajuda modo on de novo), ou, numa vibe mais sarcástica (a minha favorita do momento), simplesmente rindo e debochando de tudo. Cada coisa tem o açúcar que merece!!! E vocês adoçam os problemas ou preferem eles in natura?

Alma gêmea!!!

Eu também Carrie.. eu também e sinceramente espero não estar enganada!!!

Pouco me importa!!

Oii pessoas...
Hoje eu estou nessa vibe , a do pouco me importa, sabe como é? Estou realmente nem aí para tudo que tenha qualquer chance de me deixar estressada. Prefiro rir a me importar.
Hoje eu não me importo de ficar um tempão na fila do supermercado porque alguém sem noção resolveu comprar um produto sem preço.
Hoje o fato de me pedirem mil favores, me encherem o saco ligando a tarde toda e me interrompendo a cada minuto não vai me tirar do sério.
Hoje, a necessidade de assumir todas as responsabilidades e culpas por coisas que eu não fiz não vai me fazer mudar de humor.
Hoje eu prefiro ficar numa vibe deboche do que ter que dar explicações e justificativas para as minhas atitudes. Em resumo é isso: eu não me importo!!!
Eu não me importo se ninguém percebe o quanto me sinto sozinha e com medo de muitas coisas.
Eu não me importo se mesmo estando cansada de tudo ainda tenho um monte de decisões que preciso tomar sozinha.
Eu não me importo se eu fiz um plano de vida com alguém que optou pela saída mais fácil.
Simples assim: eu não me importo!!!

Vivendo a vida nos intervalos...

Oi gente boa
Eu andei pensando um pouco no ritmo em que anda a minha vida e percebi que ando vivendo aos intervalos, sim, minha vida está organizada em intervalos entre os desejos/vontades/obrigações que eu tenho com os outros e aquilo que eu realmente gostaria de fazer....Tenho  certeza que, atualmente, 70% do meu tempo está a disposição de outras pessoas. Tenho que satisfazê-las em suas necessidades e tudo mais que eventualmente possam precisar. É cansativo. É frustrante. É desanimador. Veja bem, não falo aqui de filhos, porque a minha filha foi uma escolha que eu fiz e não me arrependo. Adoro ser mãe. Mas o trabalho de administrar uma vida pessoal/materna e ser profissional/gente normal é bem mais desafiador do que eu pensei. E confesso: tem momentos que eu queria só uma ajudinha, uma folga, uma mão amiga pra me dar uma resposta desacompanhada de um julgamento... Enfim... enquanto esse dia não chega... o jeito é aproveitar bem os intervalos!!!

Uma loja chamada Mundo Real

Oi gente cacheada e pessoas em geral
Um dia desses quando ia para o trabalho, passei por uma loja com esse nome "Mundo Real"e não pude deixar de pensar que esse nome não pode ser mais coerente e verdadeiro. Não gente, não tô fazendo comercial da loja e coisa e tal só achei muito filosófico o nome.
Afinal, cada coisa nesse mundo tem o seu preço. Às vezes muito alto. Às vezes extravagante. Em pouquíssimas vezes uma pechincha, e se assim for, pode crer que tem algo de errado.
Não é novidade pra ninguém que a gente é o fruto das nossas escolhas (citação de livro de autoajuda modo on), daí, escolhas feitas às pressas ou de livre e espontânea pressão tem como resultado um preço muito alto a ser pago. E o mundo real não aceita parcelamento no cartão, nem cheque, nem carnê. Daí fez a escolha: tem que pagar o preço. Pra sempre. Sem volta. Mesmo que aja arrependimento não há troca de produto. Não se pode trocar de vida. Nem de pele (se bem que isso é meio questionável, né? Michael Jackson contrariou um pouco isso). Não há devolução. Depois da escolha feita, ela vai te acompanhar pelo resto da vida mesmo que a gente não queira mais o produto. Ele pode até ser repassado mas vai deixar uma marca pra sempre.
Outra coisa, é que, as coisas e as pessoas estão tão loucas e avidas por novidade, prazer e alegria fáceis que, não raramente, se envolvem em situações surreais, relacionamentos impossíveis (ainda mais agora nessa época tão cheia de relacionamentos virtuais)... a pessoa tem centos amigos no face mas só conhece mesmo uns dois ou três... coisas desses dias de relacionamentos líquidos como diria Baumann. E não raras vezes o virtual parece ser bem mais agradável do que o real, bem menos cheio de cobranças, de questionamentos... incomodou... é só deletar... e isso é impossível na mundo/vida real.
O que posso dizer que o Mundo Real não é tão legal e que aprendi que o vale a pena tem um preço muito alto... altíssimo para os meus padrões...

Sobre casamento, fada do dente, papai noel e coelho da páscoa..


Oi gente amiga...
No último final de semana fui a um casamento. Isso juntamente com papai noel e fada do dente são coisas que recentemente entraram na minha lista de mitos da vida/lendas urbanas... Explicando melhor: são coisas que em algum momento da vida acreditei e hoje não passam de coisas mitológicas.
Eu sempre imaginei o encontro do Coelho da Páscoa com o Papai Noel e a Fada do Dente durante as férias de todos... num momento relax, no qual os dois primeiros tiram uma onda da Fada porque o "trabalho" deles é sazonal e por isso, eles tem férias enquanto a Fada do Dente vai ocupar sempre o cargo de estagiária sem férias. Os dois bonachões, bebendo uma cerveja e dando risada enquanto a Fada do Dente tá sempre checando no celular onde é o próximo trabalho...
Aí vocês me perguntam...que viagem... o que essa louca tomou pra viajar tanto e o que casamento tem a ver com isso??
Carma... gentem... tô me recuperando... o final de semana teve o seu momento punk!! E isso foi no casamento. Na igreja. Com padre, padrinhos, choradeira e coisa tal. O padre falando aos quatro ventos que o casamento é indissolúvel... que Deus irá guiar e proteger o novo casal.. e por aí vai.
Para mim, devido aos recentes rumos que a minha vida tomou, eu prefiro acreditar mais na Fada do Dente do que em casamento. Aliás, pensar sobre o assunto me dá nauseas e fico mareada...
Não sou contra o casamento desde que seja dos outros e que não me envolva. Me recuso a acreditar. Só isso. Acabou a magia. Fim. Finito. Fiz tudo o que pude pra manter o meu e mesmo assim acabou. E não foi o único. Um considerável grupo de amigos está nessa mesma situação. Talvez por isso pra mim virou mito. Isso não quer dizer que eu não respeite e que eu não ponha fé no casamento alheio. O caso é só que eu não me vejo mais botando fé e energia em um novo casamento pra mim.
Por outro lado, sendo mesmo um mito, o casamento, assim como a Fada do Dente, o Coelho da Páscoa e o Papai Noel, sempre vão existir porque sempre haverá pessoas para acreditar, e que por osmose, vão fazer a gente acreditar...
Quanto aos noivos do casamento, eu reafirmo, eu não acredito no casamento, mas eu acredito e tenho fé em vocês. Tenho fé de que vocês  irão vão fazer o melhor para que tudo dê certo. E, sinceramente, bem lá no fundo, ainda é mais provável acreditar em vocês do que na Fada do Dente!

Hoje eu preciso de um abraço!!

Hoje eu preciso de um abraço
Hoje eu estou mais cansada do que o costume. Estou cansada de ser valente e ter sempre todas as respostas. Estou cansada de tentar ser a melhor mãe e a melhor filha. Ser a especialista em finanças, a melhor estoquista, a moça do tempo, aquela que está sempre cheia de grande planos e projetos. A pessoa que tem que cuidar da filha, da casa, do carro, dos cachorros...eu queria que só por um dia eu tivesse alguém pra cuidar de mim, me dar um bom conselho, um afago na cabeça e um "tudo vai ficar bem" no final do dia. Ser forte e fazer parecer que "tudo está bem" quando o teu mundo interno tá desmoronando e as tuas certezas estão todas indo por água abaixo dá muito trabalho...
Mas enfim... não vejo muitas mudanças nesse cenário por hora... depois desse pequeno desabafo...é hora de colocar a máscara de "tudo bem" e seguir em frente.


Os medos simples de quando eu era criança

Oi Gente... tudo bem com vocês???
Quando vi essa tirinha me lembrei da minha infância...eu morria de medo do Velho do Saco... essa era a desculpa que a minha vó usava pra que eu me comportasse bem e não saísse na rua... hoje acho que aqueles tempos eram ótimos porque os meus medos estavam todos concentrados em uma coisa só...bem diferente de hoje onde eles estão todos espalhados.. e vocês tem medo do que?

Sobre a arte especial de ser mãe

Oi gente bonita e cacheada...
Hoje escrevo sobre algo que faz parte da minha vida, sobre uma escolha feita com muito cuidado e reflexão. Eu sempre quis ser mãe e ter uma família bem grande, uma mesa cheia de menininhas gritando mãe! mãe! por aí. A minha realidade foi um pouco diferente. Por escolha própria resolvi adiar o sonho da maternidade por um tempo. Queria uma vida bem estável. Segurança financeira e emocional. Consegui um pouco disso e resolvi me aventurar. Curti muito a minha gravidez. Me senti mais bonita e poderosa. Li muito a fim de me preparar. Pesquisei, conversei com muita gente, ouvi milhares de conselhos.
Quando minha filha nasceu, estranhamente, toda aquela ansiedade que eu sentia sumiu. Me senti forte e corajosa e disposta a tudo o que fosse necessário para o bem estar da criança. Nos primeiros dias passei um pouco de trabalho mas depois que nos conhecemos melhor, as coisas começaram a fluir.
Não vou ser pretensiosa e dizer que nunca tive medo ou dúvidas, tive sim, e muitas, mas uma vozinha interna me guiava o tempo todo.
Ser mãe é algo maravilhoso, gratificante,renovador. Mas, também é cansativo, frustrante,dolorido e confuso. É como se, de repente, a pessoa que passou a vida toda se perguntando quem era, agora tem que saber de tudo um pouco, e ter todas as certezas. Prá mim isso é duro, é difícil e pesado. Acho que nunca vou me considerar boa o suficiente pra isso. Nunca vou ser daquele tipo de mãe que jamais esquece o casaco pra filha, o lanche da escola, que ajuda a filha a fazer todos os trabalhos da escola, que não se atrapalha, não perde a linha, não tem medo. Eu sou humana,  feita de carne e osso recheados de dúvidas e incertezas tentando fazer o meu melhor. Prefiro mostrar pra minha filha o quanto eu sou humana, que posso errar e acertar, desistir e tentar de novo e deixar claro que acima de tudo, eu sou a sua melhor amiga e não importa o tamanho do problema se estivermos juntas. Em termos de maternidade prefiro priorizar o meu lado humano do que o meu lado mãe perfeccionista.

A nova tatuagem

Oi gente linda....
Tá aí pra quem quiser ver a minha mais nova tatuagem. Como eu já disse, doeu bastante mas o resultado ficou ótimo. Na próxima semana tenho um evento familiar e já vou aproveitar pra desfilar com a minha mais nova tattoo. Uma coisa posso garantir: a tatuagem dói mas tem tantas outras situações que doem muito mais, fazem muitas pessoas sofrerem por um longo tempo. Levando isso em consideração a dor de uma tatuagem é bem pouca diante de outras coisas que tive que viver. Por isso recomendo: se vocês estão a fim se tatuem. Procurem bons profissionais e se marquem gente linda!

Conversa boa e monstros no armário

Eu, como todo mundo, tenho meus monstros no armário e posso garantir que não são poucos... De vez em quando, para determinadas pessoas especiais, vale a pena colocar alguns monstrinhos pra ventilar. Ontem eu fiz isso. Foi bom e apavorante ao mesmo tempo. Mas acho que já está na hora de começar a fazer isso.

Go natural!

Oi gurias...
Só passei aqui para dar mais um recadinho... quem quiser... pode deixar um comentário aqui na página pra dizer o que achou do blog e dar novas ideias e colaborações para posts.

Obrigadão.

Bons amigos, reencontros e um chá

Rever amigos e pessoas que a gente gosta é sempre prazeroso. Preparar uma pequena refeição, escolher sua melhor louça, arrumar a mesa com carinho, decorar tudo com capricho e atenção... e depois conversar, rir, trocar receitas, fazer confidências e aos poucos voltar a tecer a preciosa teia que nos liga às pessoas importantes na nossa vida. Obrigada Tia Lucia. Adorei a companhia.

Projeto capilar em andamento...

Oi gente...
Meu projeto capilar é fazer com que o meu cabelitcho fique parecido com esse da figura aí de cima. Ainda falta bastante pra isso mas estamos trabalhando. Nesse sábado fui até o novo salão do Belmar Vargas no shopping Pelotas para dar um jeitão mais "blackpower" para o meu cabelo. Fui atendida pela Jaque e pela queridíssima e loira Sabrina que leu a minha mente e consegui ajeitar a minha juba do jeito que eu queria... fiquei nas nuvens!!!
Mais uma vez devo uma foto. Prometo pra vocês que vou postar algumas nessa semana.
No mais, pós corte de cabelo agora é partir para a rotina de hidratação de sempre, um dia sim outro não, misturinhas de creme com bepantol e vitaminas e touca térmica. O processo todo não é digno de ser visto mas o resultado é excelente. Cada vez mais tenho certeza que o caminho para ter um cabelo cacheado bonito é a hidratação: sempre com óleos naturais(de preferência) e cremes variados. O resto é o resto. Se vai ter um pouco de frizz, relaxa guria, com todo esse cabelão só tu mesma vai prestar atenção em uns poucos fiozinhos...
Gurias, ser crespa/cacheada... não é castigo... é missão!!!

Hoje é dia de tattoo baby!!! Aonde? No BatCat é claro!!!

Oi cacheadas
Espero que esteja tudo bem com vocês. Eu tô legal...na verdade em recuperação... fiz uma big tattoo no sábado com o Kiko do Batcat (o melhor estúdio da cidade!!!) Quatro horas de dores em grau variado, conversa boa, música, arte e cultura... foi dolorido mas ficou linda. Depois que cicatrizar eu posto uma foto pra vocês verem...
Reza a lenda que as tatuagens devem ser sempre em número ímpar, portanto, agora, depois dessa que foi a número 8 vou ter que pensar em mais alguma pra acertar a numeração.
As pessoas sempre perguntam se tatuagem dói. Gente, é claro que dói, o que varia é o grau de tolerância de cada pessoa, eu sou bem tolerante e fico querendo que tudo termine logo pra ver o resultado final. Ah, outra coisa, o Kiko, o tatuador, é super tolerante e paciente além de ser um artista incrível e uma pessoa tri legal.
Gurias, recomendo o Batcat porque além do trabalho incrível, dos artistas super competentes, o clima de respeito e "família" é muito bom. Todos os funcionários são super atenciosos e te tratam com o maior respeito. Além disso, tudo é super limpo e o material todo é aberto na frente do cliente e o que for descartável vai direto pro lixo.
Essa não foi a primeira vez que me tatuo com os guris, mas a primeira na qual eu posso publicamente demonstrar o quanto as pessoas que lá trabalham são competente e gente boa.

                      Amanhã é dia de tatuagem nova, bebê!!!
O dia demorou mas chegou!!!
Não sou obrigada... mas tenho que...
ouvir conversas de gente egocêntrica
interagir com pessoas que só te enxergam quando precisam de um favor
realizar tarefas que não são da minha competência e/ou responsabilidade
conversar com pessoas que ficam o tempo todo me tocando
aguentar gente de mau humor, de mau com a vida e que passa o tempo todo reclamando
prestar atenção em gente que acha que o seu tempo é mais valioso que o meu
ouvir conselhos de quem não sabe como eu vivo ou o que sinto
interromper tarefas importantes pra ficar ouvindo abobrinhas
aturar pessoas folgadas ou sem noção
mudar minhas atitudes para ser aceita em determinados grupos
ser politicamente correta e não dizer o que eu realmente penso sobre determinadas pessoas
ouvir pessoas que se acham dona da verdade e decidem resolver os problemas do mundo
fazer dieta, ter uma alimentação saudável e fazer exercícios
ser coerente, paciente e estar sempre com um sorriso no rosto
afinal, sou gente, sou crespa e descontrolada... não devo dar explicações pra ninguém.

Então: acho que no meu caso, as duas coisas são verdadeiras. Penso que tem pessoas para as quais não se pode estender o braço que já querem o corpo todo: são pessoas que te pedem um favor e nunca estão satisfeitas, estão sempre pedindo mais uma coisinha e mais um favorzinho, mais uma coisinha, pra ontem... aja paciência...
Às vezes dá pra aplicar o modo paisagem.... mas em outros momentos dá vontade de pular no pescoço da criatura... enfim...fazer o que??
No final das contas é entender o corpo todo e assim que der uma brechinha tomar um chá de sumiço... e dá próxima vez, nada de se oferecer prá ajudar ok?


Oi gente boa... espero que vocês estejam bem. Eu tô super empolgada com essa estória do blog. Tô tendo mil ideias pra escrever por aqui.
Vamos por partes... buenas, se o blog também é sobre cabelos vou falar um pouco sobre os meus.
Atualmente estou tentando chegar a um look loiro shakira e isso é um veneno para os cabelos cacheados. Faz uns cinco meses que não faço relaxamento, tô tentando deixar natural mas tá bem difícil. O que me salva são umas fotos de cacheadas do Pinterest que tem me servido de inspiração.
Vou falar um pouco da minha experiência (recente) capilar... porque se eu fosse contar toda ficaríamos páginas em conversas. Depois de cinco meses sem fazer nada, botei na cabeça que queria ficar loira. Marquei horário em um salão conhecido (que fazia tempo que eu não ia, porque eu sabia que a cabelereira que costumo frequentar ia se recusar a fazer) e me aventurei. Eu sabia que ia detonar o meu cabelo mas o meu desejo consumista foi maior!! Fiz o descoloramento!!! O meu cabelo que já era fragilizado ficou bem pior... as pontas ficaram detonadas. Mas isso tudo eu já sabia, e ainda assim me bateu o panicão. Pensei comigo: hidratação e youtube aí vou eu. Vou contar prá vocês meus dois melhores amiguinhos:





                         
Eles são a salvação da lavoura. Experimentem misturá-los com um creme de tratamento e uma touca térmica por 30 minutos no mínimo. Com certeza seus cachinhos vão agradecer!!!                                                                   
01 de outubro de 2014
Oi gente, essa eu não poderia deixar passar. Depois de uma tarde cheia de trabalho não consegui ir embora porque a chave da entrada sumiu. Procura daqui, procura dali, pensei até em ir embora e deixar tudo pra trás, mas antigos e valores fora de moda não deixaram. Consegui uma chave reserva e fechei a porta do nosso "aquário". Isso me fez refletir o quanto as chaves são importantes na vida das pessoas... eu já carreguei muitas chaves e atualmente carrego dois chaveiros: um pra casa e um pro carro e acho isso um saco. Por que tantas chaves? Parece que quanto mais o tempo passa, junto com os cabelos brancos, as rugas e a falta de tônus muscular, aumentam o número de chaves que a gente tem que carregar... quantas portas a gente tem que abrir e fechar todos os dias??? Quantas portas a gente deixa aberta e quantas ficam trancadas?? Quem não tem um quartinho secreto onde guarda seus monstrinhos, seus medos e suas dúvidas.... eu, com certeza tenho uns quantos cheio "até as boca"... gostaria de perder as chaves deles pra que nunca precisasse mexer ....Então... e vocês carregam muitas chaves?
01 de outubro de 2014.

Bom gente boa, o negócio é o seguinte: pra começar precisamos dar o primeiro passo, mesmo que seja difícil e que o caminho pareça longo. A proposta aqui não é nada pretensiosa: quero externar alguns pensamentos, trocar algumas ideias, dividir dúvidas,pensar em soluções tanto capilares quanto para a vida. 
Atualmente estou mas concentrada em buscar coisas novas, em me desafiar e me desacomodar. Uma coisa posso dizer com certeza: de desacomodar dói no começo mas depois é tudo de bom.
Li e leio muitos blogs diariamente e acho legal aqueles que publicam posts com uma certa frequência pois demonstra carinho e consideração pra quem visita o teu blog. Pretendo fazer pequenos posts diários contando um pouco da minha vida pra vocês. Um beijo. E obrigado por me ouvirem!!