O futuro é uma porta a ser aberta

Oi gente boa... o ano tá terminando e com ele muitas coisas... muitas doloridas, difíceis... outras mais tranquilas, serenas....
Hoje, vou fazer um texto povoado de clichês... por favor me desculpem... acho que estou me apaixonando...
O futuro é uma porta a ser aberta para um mundo de descobertas e incertezas. É preciso ter coragem não apenas para cruzar a porta mas, também, para fazê-lo com coragem e ousadia. Ser forte o suficiente para aguentar as coisas ruins e ter o peito e a mente aberta para o inesperado e para o novo. E não basta apenas abrir.  Temos que entrar, com algumas seguranças e planos B, e explorar... dar um passo de cada vez e ainda ser capaz de maravilhar-se com as coisas simples (por que geralmente nelas é que estão escondidas as chaves da felicidade!!).
Ter coragem e ousadia para fechar àquelas portas que não nos servem mais e não nos levam a lugar algum. São lugares familiares, que já conhecemos, mas que estão cheios de coisas que não nos servem mais. Ter a certeza de que já está na hora de fechar e jogar a chave fora.
Quem sabe tentar uma outra porta? Um caminho novo e cheio de desafios? Às vezes, a gente pensa que é tão difícil... mas depois do primeiro passo...o resto flui..
2014 se vai e com ele, muitas portas que cansei de tentar manter abertas... que se fechem!!
Estou pronta pra abrir novas portas...que venham... me sinto preparada... algumas delas  já estão começando a se abrir... já não era sem tempo!!!

A importância da letra L

Oi.. gente boa...é isso aí... vésperas de Natal...vésperas de comilanças e presentes e coisa e tal...
Hoje eu vim aqui pra conversar sobre a importância de uma letra. Essa sobre a qual falarei hoje, se faz presente a muito tempo na minha vida, até antes mesmo de eu existir, já existia um L na minha vida... explico-me melhor, minha mãe e eu temos o mesmo nome. O que nos diferencia é um Amélia que me faz companhia (sim eu sou Amélia... podem fazer as tradicionais piadas...) e um contexto de vida bem diferente.
Mas vamos começar pelas semelhanças. Temos o primeiro nome igual. Os mesmos lábios e a mesma paixão por ensinar. Isso é tudo o que sei sobre ela porque não a conheci. Penso que o mundo não comportaria duas Laís(es). Daí uma partiu.Foi ela.
 Nós duas tivemos uma filha. Muito amada e muito desejada. Nós duas não tivemos muita sorte em nossos casamentos e optamos por um vôo solo.
As nossas semelhanças acabam por aí.
Não sei quanto à ela mas não quero ficar a vida toda em voo solo. Quero companhia. Preciso de parceria, companheirismo e paixão. Muita paixão. Sou movida a isso. Não sei viver uma vida morna. Uma relação meio termo. Uma vida sem graça. Tem gente que me chama de extremista. Eu não acho. Eu sou apenas ansiosa. Acho que a vida é muito curta pra esperar e pra lidar com um talvez... Prefiro um não ou um sim. Direto. Sem anestesia. Libertador.
L também é uma letra que me define muito bem: louca, livre, leve (ainda estou trabalhando nisso)...Sou louca pela minha filha. Sou livre pra me apaixonar. Tento ser leve nas minhas relações.
L também é a letra inicial do nome de uma nova pessoa que está surgindo na minha vida. Uma pessoa calma, divertida, culta... uma nova perspectiva. Um pouco distante mas, que aos poucos está se fazendo presente. E me conquistando. Se esse L vai permanecer por muito tempo na minha vida? Ainda não sei. Mas pode ser o início de muitas coisas boas...

Eduardo e Mônica - o fim

E aí gente boa...
Venho aqui terminar uma estória.
Eduardo e Mônica eram nada parecidos. O pouco que tinham em comum não foi o suficiente.Os contras superaram os prós. Não foi preciso dizer muita coisa. O tempo se encarregou de tudo. Em uma semana muita coisa aconteceu. Mais do que se esperava...
A Mônica, sofreu muito. Passou a semana arrastando correntes... mandando sinais de fumaça... bem lá no fundo ela já sabia.
Cada pessoa tem seu tempo. O tempo do Eduardo não era o mesmo da Mônica. Quando não há querer as distâncias servem apenas confirmar o senso comum. O amor só chega quando e pra quem está preparado. Ele é um e frágil pequeno tesouro .
A Mônica como se sentiu? Partida. Em mil pedacinhos.
E o Eduardo? Como se sentiu? Falou alguma coisa? Sentiu algo? Pra falar a verdade, nem sei e talvez nem queira saber.
A vida segue.

Aquilo que eu procuro...

Oi gente boa
As coisas andam acontecendo em uma velocidade muito rápida na minha vida... a vida engatou uma quarta direta e resolveu que tudo deve ocorrer em modo "fast". Mal tenho tido tempo pra refletir profundamente sobre tudo.
Um lado é bom. O que está acontecendo é um monte de coisas boas... sérias... mas positivas... um monte de portas que estavam fechadas resolveram começar a abrir todas ao mesmo tempo... eu estou meio tonta sem saber direito pra onde ir... por enquanto observo tudo de longe.... vamos ver no que vai dar.
Eu, que por natureza, definição e opção, odeio esperar, agora tenho que aguardar. Esperar pacientemente por coisas e decisões que não dependem inteiramente de mim.
Aproveito esse tempo de espera pra descobrir o que eu realmente procuro. A resposta que parece, em um primeiro momento bem simples não é tão direta assim. Não tenho uma definição total daquilo que eu sonho. Agora quero encontrar um amor. Um amor arrebatador daqueles de cinema. De borboletas no estômago e coração pulsando forte. De esquecer do tempo. Isso é o que eu quero. Isso é o que eu procuro.
Tô cansada de metades, de coisas pequenas, por partes... tô cansada do prato do dia.Quero o especial. E a sobremesa. E a cerveja mais gelada. Tô de saco cheio do médio, do "isso é o que tem pra hoje". Quero me lambuzar no que há de melhor.. provar e ficar saciada e querendo mais...
Eu sei que não sou "a última coca cola do deserto". Mas, eu sei quem eu sou, o que vivi e o que desejo. Eu sou legal. Eu tenho um coração enorme cheio de amor pra oferecer. Sou louca, ciumenta e um pouco descontrolada. Isso é o normal.
Acho que mereço um pouco de felicidade. Uma porção de alegria. Um balde de romance. Meus pedidos de Natal são apenas esses Papai Noel... e nem precisam vir embalados!!

Eduardo e Mônica... um versão diferente

Eduardo e Mônica eram pouco parecidos mas viviam em mundos bem diferentes. Se se cruzassem em uma calçada, provavelmente nem se veriam: ela preocupada com as compras do supermercado (fazendo uma lista mental) enquanto ele checava seus emails no iphone. Ela era de leão e ele tinha 26. Ela pensava no doutorado e ele no TCC da graduação. Ela, agitada, falante e insegura. Ele, calmo controlado, tranquilo. Ela pensava em mobiliar a cozinha. Ele, nas suas próximas férias na Califórnia.
Mesmo com tudo diferente, veio mesmo de repente, uma vontade de se ver. E conversaram muito pra tentar se conhecer. Andaram pela cidade. Visitaram livrarias e sentaram lado a lado pra ler. Descobriram muitos gostos em comum.
Mônica percebeu que a cara de gurizinho do Eduardo escondia um homem inteligente, sensível e maduro. Ele se sentiu pressionado por ela. Achou melhor ouvir mais do que falar. Demorou um pouco pra qualquer iniciativa. Era reservado.
A Mônica estranhou um pouco esse jeito. Decidiu mudar de assunto. Conversaram sobre livros, esportes e música. Descobriram que ambos gostava de skate, de Oaisis e de Kings of Leon.
Ansiosa, ela resolveu abrir o jogo com o Eduardo. O tempo estava passando e as coisas ficam mais sérias (pra ela) e mais confusas. Mostrou a sua lista. Ele ficou espantado e mais pressionado. A Mônica achou que tinha feito bobagem em mostrar a lista. Ele ficou em silêncio observando cada item.
Eduardo e Mônica fizeram muita coisa juntos. Beberam cerveja. Visitaram os monumentos históricos da cidade. Jantaram. Deram muita risada. Filosofaram muito. Mas, a realidade bateu à porta. Aliás, deu um soco na Mônica. Ela queria passear, e ele, indignado disse: hoje eu vou trabalhar.
A Mônica engoliu em seco. Tinha colocado toda a sua vida em suspenso pra encontrar o Eduardo. Se desdobrou em muitas. Desligou o modo sonho e acionou o vida real. Fechou o parênteses daquele final de semana tão tri. Respirou fundo. Mas não conseguiu conter o choro.
Merda - pensou ela. Agora estraguei tudo.
Eduardo pediu desculpas. Ficou mal. Nenhum dos dois estavam preparados da mesma maneira pra voltar à realidade. A Mônica sofreu mais. O Eduardo ficou pensativo.
À medida que a realidade se aproximava, a Mônica pensava: o sonho acabou. Agora é hora de se colocar no piloto automático de novo. Mas o Eduardo ainda continua nos pensamentos, no coração e no celular dela.
Na versão musical, aquele "Eduardo e Mônica" acaba bem. Nessa ainda não se sabe. Ainda estamos na primeira parte. Aguardaremos.

Uma palavrinha sobre o medo

Oiii... a sumida retornando...
Depois de um tempos de folga mental, resolvi deixar a preguiça de lado e escrever um pouquinho. Hoje vou falar o que penso sobre o medo... bom eu nunca fui uma pessoa muito medrosa, e , só depois que virei mãe foi que pensei que preciso ser mais cautelosa com algumas coisas. Posso dizer uma coisa: gosto de um imprevisto planejado. Explico melhor: gosto de arriscar desde que haja algum tipo de garantia, que eu esteja em terreno conhecido e que aja um plano B. A garantia é só pra evitar os prejuízos, e isso vale tanto pra coisas materiais quanto às emocionais; o terreno conhecido é pra prever um pouco o que pode acontecer, já ter algum tipo de certeza e, por último um plano B, algo que não tenho muito o hábito de fazer (geralmente ajo no improviso nesse caso). Agir dessa maneira, pode diminuir o medo e a ansiedade quando se trata de uma nova aventura, mas, por outro lado, deixa pouco espaço para apreciar e curtir o que pode vir a acontecer, o deixar rolar...
O medo, dizem alguns cientistas e o senso comum ( existe alguma diferença muito grande entre os dois? não sei...), existe como uma forma de instinto de auto preservação, como um sinal de alerta em relação à coisas que podem colocar a nossa vida (física pelo menos!) em risco; nos ajudar a optar por coisas que evitem a dor... Pena que esse instinto desliga ou não funciona no que diz respeito às relações amorosas... a gente ignora todos os sinais e continua insistindo... mas isso é uma outra estória...
Mas, eu falava pra vocês sobre o medo. Bom eu penso que ter alguns medos é um sinal de saúde mental, desde que,  eles estejam sob controle e que não nos impeçam de viver. O instinto de auto preservação não deve ser confundido com comodismo ou covardia. Não deve nos paralisar, sim, ao contrário, nos impulsionar em busca de soluções para as coisas que estão nos incomodando.
Confesso que eu tenho alguns medos clássicos tipo medo de rato, medo de ninhos de bichos (tipo formigas ou vermes), medo da violência, de água que não dá pé e da solidão. No caso dos bichos, evito o encontro... faço que não vejo... de resto procuro me prevenir, pedir proteção, evitar situações de risco e cultivar amigos.  Isso nem sempre funciona mas, me oferece algum tipo de garantia e diminui um pouco do medo.
Enfim... depois de tudo que vivi durante esse ano, o meu maior medo de todos é não arriscar por medo. Achar, também movida por esse sentimento, que não vou ser capaz de enfrentar uma determinada situação, que não sou competente,que estou sonhando muito alto...prefiro tentar e terminar algum tipo de arrependimento do que ficar paralisada de medo: medo do que os outros vão pensar, medo de mim mesma, medo de fracassar...
Embora isso seja um clichê máximo eu concordo: quem não arrisca, não petisca... e eu sou mais do tipo que arrisca. E vocês quando foi que se arriscaram pela última vez?

Filosofia da formiga

Oi gente... tô viva...mas essa semana foi punk rock!!
Quem me conhece bem sabe que odeio mudanças!! Levo tempo pra me adaptar a novas situações e assimilar novas exigências. Pois bem, essa semana foi o oposto de tudo isso. Foi tudo ao mesmo tempo agora. Uma demanda nova atrás da outra. Sem tempo pra pensar. Sem pausa. Sem preparação. As coisas iam surgindo e exigindo uma resposta imediata. E muitas vezes me senti como essa formiga da ilustração: carregando um peso muito maior que eu pensava que podia carregar e sem tempo para pensar. Todas as situações que ocorreram exigiam uma resposta minha imediata e paciência... muita paciência... muito jogo de cintura e muita calma. Pra falar a verdade, eu até me admirei de mim mesma: fiquei surpresa com a forma rápida que consegui resolver as coisas e tive um aprendizado bem importante: pouquíssima coisas me abalam, a vida é muito curta pra deixar os eventos do dia a dia tirarem a tua calma e paz de espírito. Tudo passa. Ás vezes demora um pouco. Mas aquilo que agora te aflige pode se tornar um aprendizado. Simples assim.
Nos momentos mais tensos nos quais eu achei que não iria mais aguentar e explodir, adotei a filosofia da formiga: um passo depois do outro, sem pressa, mas sempre em frente sem parar, tendo certeza que se assim fosse eu chegaria aonde eu precisava mesmo que demorasse. Caminhei muito durante esses poucos dias e isso me faz pensar e refletir sobre muitas coisas. Refleti sobre os meus erros e fiquei feliz com os meus acertos.
Daqui pra frente, quando o bicho tiver pegando na minha vida, vou seguir a filosofia da formiga: um passo de cada vez, sempre em frente, mesmo que devagar, a gente chega lá... com certeza!! Eu recomendo!!!

Sim... eu cometo erros.. e muitos... com bastante frequência...

Oi gente boa... pra variar...inspiração que é bom... zero...
Mas enfim, resolvi fazer essa postagem em homenagem a muitas pessoas que eu conheço,e, me atrevo a dizer, praticamente todas com as quais convivo.
A premissa básica da qual não se pode fugir... todo mundo comete erros, exagera, perde a ocasião, fala demais... isso é tão normal, tão natural que é uma pena que tenhamos tanto medo disso. A maior parte das pessoas quer parecer à prova de erros e infalível, porque errar, na sociedade em que vivemos é prova de humanidade, e, ser humano e sensível nem sempre é uma boa escolha. Alguns poucos partem pro radical: "sou assim mesmo o mundo que se adapte"  outros, já preferem o meio termo, o politicamente correto. Eu, pra ser bem sincera, acho isso um saco. Agora é preciso ficar cheia de cuidados pra dizer que uma pessoa é gay, ou é deficiente físico, ou é negra... Pô acha paciência pra tanto mimimi!!!
Eu que tenho muitas tatuagens, convivo com pessoas, que, pelo menos aparentemente, não ficam me julgando por causa delas, mas sei que, ser a minoria (seja tatuado, negro, deficiente, gay,gordo) nunca é fácil, porque sempre há um sem noção pra fazer uma piadinha sem graça.
Mas o assunto principal desse post não é esse. Desculpem. Eu tô bem dispersiva.
Eu estava falando sobre cometer erros e isso geralmente está associado a fazer as coisas de uma maneira diferente da maioria;optar por um outro estilo de vida bem diferente dos nossos pais, por exemplo. Uma coisa é garantida: o preço a ser pago não vai ser baixo, o povo vai te julgar sem dó, vai identificar tuas escolhas como erros e , ficar esperando pra ver a tua queda.
Julgar os outros é muito fácil. Classificar e condenar as escolhas alheias, desde que sejam diferentes das tuas, é quase um esporte nacional. Todo mundo faz isso. E quem diz que não faz tá sendo hipócrita.
Eu ando saindo mais e encontrando pessoas bem diferentes que são legais e felizes e isso está me forçando a refletir sobre os meus conceitos e talvez, mudar algumas coisas. Acho que nunca é tarde para recomeços.
Uma última palavrinhas sobre erros: só erra quem tenta e quem arrisca... quem fica parado  e não arrisca nada é apenas levado pela vida. Fica a dica: arrisca, mesmo que der errado valeu a experiência e o aprendizado.

Party girl... ou ... virando uma pessoa festeira

Oi gente ...
Depois de muito tempo... mas muito tempo mesmo... resolvi deixar a preguiça de lado e "botar o meu bloco na rua" e trocar as minhas maratonas do "ID" por festas na noite pelotense.
Uma coisa eu tinha claro: essa primeira saída tinha que ser sozinha pra ver como eu me sentia... sem amigos... e sem "muletas" de nenhum tipo.
Me preparei bastante, mas confesso que antes de sair, o meu pijama e a televisão quase me fizeram desistir.
Mas consegui. Saí. Dancei. Me diverti. Não foi um terço do bicho de sete cabeças que eu pensei que seria. Fui em um lugar bem legal e aproveitei bem a noite.
Uma coisa que descobri foi que eu adoro a minha própria companhia e que sair acompanhada e se divertir é muito bom, mas sair sozinha e conseguir se sentir bem dentro da própria pele é melhor ainda.
Percebi que estava um pouco enferrujada. Já não sabia mais como era o dress code da noite. Segui meus instintos e me senti bem. Nada de roupas muito reveladoras. Algo simples mas legal.
Pra minha surpresa percebi que muita menina prefere se vestir "à vácuo" ou com "roupas tatuadas" ou seja, roupas super colantes, curtas, cavadas e ultra reveladoras. O "hair code" é cabelo liso, escorrido, de preferência loiro e com chapinha. Nesse item, me ralei. Não abro mão dos meus cachos e do meu cabelo estilo black power nem a pau. Ele me representa. A gente se entende.
Quanto aos caras... bom... na minha opinião estão todos muito inseguros, muito previsíveis, muito bebezões... ainda não encontrei muitas exceções...
No último final de semana consegui fazer a façanha de conhecer três lugares diferentes em uma mesma noite. Mas isso só foi possível porque eu estava acompanhada. Fui do rock à Lady Gaga em uma mesma noite. Fui do ninho do hetero até o paraíso da diversidade. Me espantei com muita coisa que eu vi mas considero que isso é parte do mundo em que estamos vivendo e o importante é aprender a conviver respeitosamente com as diferenças.
Meu conselho é: se estiveres a fim de sair, sai. Te arruma bem bonita pra ti mesma e te curte. A vida é muito curta pra se ficar adiando as coisas. E bom divertimento!!!!

Sobre cronograma capilar




Oi gente boa...
Decidi, finalmente, fazer uma postagem a respeito de cuidados com os cabelos. Vou explicar como foi o processo todo.
Em termos capilares, eu poderia ser apelidada de camaleão porque estou sempre mudando: cor, corte, estilo... é muito difícil eu ficar com o mesmo visual por mais de um ano... em seguida em acabo cansando e mudando.
Já faz alguns anos que resolvi procurar um estilo de cabelo que seja o mais natural possível, com pouca química e mais perto da natureza do  meu cabelo que é crespo. Já fiz tanta progressiva e alisamento que o meu cabelo mudou muito, principalmente em termos estruturais. Se eu soubesse tudo o que sei agora no começo da minha trajetória capilar teria poupado muito dinheiro.
O meu grande “wake up call” foi ter visto no Pinterest um monte de meninas com cabelo crespo lindo, bem cuidado e o quanto elas ficavam estilosas. Decidi que queria aquele estilo pra mim.
Hum... por onde começar?? Parei com os relaxamentos. Agora estou praticamente seis meses sem esse tipo de química (a última foram as luzes). Depois da primeira vez que fiz as tais luzes fiquei p. da vida comigo mesma pois o meu cabelo, que estava super hidratado na época virou uma palha seca sem definição. Considerei até em usar lenço por um tempo!

Escondi o cabelo por uns dois dias, um foi com lenço e outro foi com o cabelo preso. Daí veio o final de semana e me atirei na internet em busca de receitas pra salvar o meu cabelinho...Das muitas coisas que eu li, algumas eu já sabia que funcionavam: bepantol líquido e a ampola azul semi di linho... apliquei os dois juntos com um creme de pentear e coloquei uma touca térmica... taram...30 minutinhos depois o meu cabelo tinha ressuscitado e a partir daí, era só uma questão de tempo e muita hidratação para ter os meus cachinhos de volta.
Aliás, hidratação é a palavra chave para recuperar o cabelo em transição. Usar muito óleo (de coco, azeite de oliva, vaselina líquida), junto com um bom creme e touca térmica ajudam muito o cabelo a se recuperar. No começo da minha transição capilar, uma boa parte do cabelo (as pontas principalmente) ficavam totalmente sem definição e isso me irritava muito. Usei rolinhos pequenos, baby liss, torcidinhos e uma série de outras coisas que por um tempo funcionavam e depois tudo se desmanchava. Resolvi investir em um bom gel e muita paciência mas, no final, a solução veio mesmo com a vitamina T (de tesoura) eu sempre penso: deixa esse cabelo sem definição ir embora... cabelo cresce... vou hidratar bastante para que o novo venha mais bonito.
Eu quero chegar a essa cor!!
De tanto mexer no Pinterest encontrei o meu cabelo dos sonhos...
Loiro, cheio...lindo... já comecei a clarear... vamos ver quanto tempo leva para que eu chegue a isso!!

Sempre que clareio o cabelo sei que o pobrezinho vai sofrer muito daí dou uma adaptada no cronograma capilar ao lado:
Esse cronograma foi elaborado pela Rayza Nicácio, blogueira cacheada e super querida (minha inspiração). Sempre uso os cremes junto com algum tipo de óleo e com a touca térmica. Quanto ao tipo de creme, eu fiz uma pesquisa sobre aqueles que eu tinha em casa e elaborei meu próprio cronograma. Se o caso for muito urgente recomendo bepantol líquido e a ampola azul semi di linho (a original acho melhor). Era isso. Espero ter ajudado vocês!!

As máscaras nossas de cada dia...

E aí gente boa... quanto tempo ein!!!
Pois é... andei envolvida com tanta coisa por aqui que me faltou inspiração pra escrever... mas eu não posso perder o contato com vocês meus queridos.
Hoje eu quero conversar sobre um trecho de um livro que eu estava lendo:
"É uma época muito difícil para ser uma pessoa, apenas uma pessoa real, de verdade, em vez de uma coleção de traços de personalidade escolhidos de uma interminável máquina automática de personagens." Trecho do livro Garota Exemplar"
Depois de ler isso eu fico me perguntando: existe um EU real ou somos apenas atores trocando máscaras o tempo todo? O que, de fato, pode ser considerado um traço autêntico da minha personalidade e o que é apenas uma máscara?
Se há algo indiscutível é que , ao longo do dia vamos exercendo diferentes papéis sociais, no meu caso: mãe, secretária, administradora, contabilista, motorista, médium(pq toda mãe é sempre um pouco médium no sentido de "adivinhar" as vontades e necessidades de seus filhos),psicóloga e por aí vai...mas eu pergunto: o quanto disso sou eu e o quanto são as circunstâncias que me levam a ser?
É certo que algumas escolhas implicam consequentemente em outras, e a respeito disso não há escapatória. Mas e o resto? O que há de autêntico em mim? Eu não canso de me perguntar e, de, buscar incessantemente respostas. Já sei que essa pergunta pode ser respondida de muitas maneiras e, ser autêntico hoje,é bem difícil e facilmente confundido com uma pessoa do tipo "estraga prazeres" do tipo que "não se mistura" e, no meu caso, muitas vezes, tenho que fazer coisas e agir de modos que não condizem com minhas crenças mais profundas (pelo menos aquelas que eu acredito que são).
Por outro lado, não podemos esquecer que as máscaras também são necessárias pois, servem para proteger de muitas coisas e de nos preservar de perigos mais diretos e agressivos.
Eu confesso: eu uso muitas máscaras quase o tempo todo e o motivo é simples: tenho medo de me revelar, de mostrar o meu EU mais autêntico e acabar por decepcionar as pessoas.
Por isso, pessoas, não confundam a minha timidez com arrogância nem a minha falta de assunto com antipatia. Eu só quero me preservar mais e me revelar para quem realmente merece.

Fofocas e gente com tempo de sobra...

Eu não tinha como não fazer esse post...
Somente os fortes entenderão...
Diz o ditado que quem conta um conto aumenta um ponto, mas tem gente se puxando ein... os roteiristas de novela mexicana estão perdendo grandes autores por aí. Tem um pessoal com uma imaginação tão fértil que eu ando me perguntando: será que a gente tá vivendo no mesmo mundo? No mesmo planeta? Por que a viagem tá muito louca...
Eu admito que não sou nenhuma santa e que de vez em muito, gosto de compartilhar algumas estórias, mas como eu sempre digo,só faço isso de gente que merece, e depois, acabo me arrependendo e ficando com pena da pessoa.
Mas tem pessoas que se puxam na arte de criar estórias sobre a vida dos outros, e, como se isso não bastasse ainda tem que publicar na propaganda boca a boca. Um dos piores aspectos dessas estórias é que elas acabam fazendo com que pessoas que se conhecem e se querem bem se afastem e deixem de falar umas com as outras, por uma série de mal entendidos criativamente criados, e cuidadosamente espalhados no intuito de desmanchar amizades e parcerias.
O que fazer então? Não faço ideia. Tenho o costume de seguir a minha intuição, e, sempre que possível, checar as informações com as possíveis fontes. Para a minha decepção, os "grandes autores", eram pessoas nas quais eu confiava e botava fé, e , em consequência disso, acabo me decepcionando.
Quanto mais eu penso, menos eu entendo a necessidade de algumas pessoas em espalhar estórias ficticias a respeito dos outros (as famosas mentiras no vocabulário popular), só pode ser excesso de tempo... porque é cada estória...tem que ser muito criativo mesmo!!!
Se eu fosse politicamente correta poderia dizer: não façam nada, o próprio linguarudo vai se engasgar com a própria língua, mas isso não combina comigo... eu vou verificar as fontes...tomar um banho de sal grosso, pedir proteção pra São Jorge (afinal mau não há de fazer), caprichar na cara de pau e me sentar no meu banquinho do "vamo vê" esperando a criatura se contaminar com seu próprio veneno.
E se nada der certo... mostro meu anel novo (minha amiga Fer vai entender!!!) e como eu sempre digo "Deus tá vendo" e o cara lá de cima não se engana...
Então galera... caprichem no sal grosso porque a temporada de fofoca está oficialmente aberta!!

Risada e bons amigos...

Oi gente... tô de volta...
Tive uns dias bem pesados... coisas de dez anos finalmente sendo feitas... isso mexeu muito comigo.
Ainda bem que existem os amigos, e, nesse quesito, sou sortuda, não tenho muitos amigos mas tenho boas e grandes amigas... amigas que me dão colo, me ouvem, dão risada comigo...
Eu tava bem chateada...aí uma dessas grandes amigas me convidou pra dar uma voltinha no shopping no sábado. Foi perfeito. Conversamos muito, rimos, fizemos piada, ironizamos...e no final a minha barriga doia de tanto que ri... esssa minha amiga é muito divertida e muito especial... que bom... saí de alma renovada...
Fiquei pensando sobre o que significa ser amiga de alguém, será que existe uma definição de amigo? Já li muita coisa sobre a amizade mas nada foi capaz de descrever a sensação de encontrar alguém com quem a gente se identifica de uma forma tão genuína que nem vê o tempo passar... sem cobranças... sem ranso por ficar algum tempo sem se ver... sem mágoas... a sensação é muito boa... alguém com quem a gente sabe que pode contar. Essa pessoa é minha melhor amiga? Não sei dizer. Não tenho certeza. Mas sei que uma das melhores amigas que alguém pode ter, e tive provas disso no sábado. Ela me ligou e fez questão de saber se estava tudo bem, se podia me ajudar... incrível, me senti muito querida. Se eu pudesse definir de alguma forma o que vem a ser um amigo, eu diria, sendo bem clichê mesmo, que é a pessoa que te faz sentir como se estivesse em casa, sem máscaras, sem falsidade, com todos os defeitos, dúvidas, problemas que todo mundo tem mas se recusa a admitir. Obrigada Fer... temos que fazer isso mais vezes!!!

Sobre promessas e outros bichos

Oi gente boa...
Hoje escrevo pra vocês para confessar o quanto tenho dificuldades em acreditar em promessas, sejam de que tipo for: amorosa, de trabalho, de amizade... eu simplesmente acho difícil acreditar.
Possivelmente isso se deva ao fato de eu mesma não ter conseguido manter uma promessa solene feita diante de muitas testemunhas. E não foi por falta de vontade e empenho...a coisa não deu certo, desandou, desencantou, desmoronou... apesar de todo o esforço, não funcionou...e mesmo assim eu não me canso de me cobrar... tomara que isso um dia essa sensação de fracasso passe...
Acho que as promessas são importantes para nos darem algum tipo de estímulo e impulso para deixarmos a preguiça de lado e batalhar por aquilo que queremos... digamos que eu acredito no intuito da promessa mas não no seu modus operantis... é preciso muito empenho, disciplina e boa vontade e sinceramente, hoje em dia, em tempos de coisas fáceis e descartáveis, manter uma promessa deveria ser um diferencial, pessoas que conseguem fazer isso deveriam ser até objeto de teses de doutorado... porque isso é algo raríssimo!!!
O problema talvez seja a perda do sentido do que seja uma promessa verdadeira e o que isso implica: é mais fácil abandonar do que fazer uma concessão,"sair fora", "desistir" do que arregaçar as mangas e começar a trabalhar para fazer com que a promessa seja mantida, quem sabe uma negociação nos termos do acordo,uma reflexão sobre tudo o que foi conseguido em relação à aquilo que se pensava.
Sei que o tempo se encarregará de colocar todas as coisas em seus devidos lugares, apontar os erros e os acertos,dar novas oportunidades, mas enquanto isso, ainda estou triste. Ainda estou em luto. Procuro não demonstrar porque a vida deve andar pra frente e isso implica em novas promessas. Por enquanto não estou preparada.Estou em luto e descrente de um monte de antigas certezas. O velho clichê diz que o "tempo cura tudo". Será mesmo? Ou é a gente que acaba esquecendo?

Garota Exemplar

Oi gente...
Ontem tive a oportunidade de assistir no cinema esse filme chamado "Garota Exemplar". Enquanto eu me encaminhava para o cinema, pensei o quanto eu tinha de Garota Exemplar. Não que eu me considere um tipo de exemplo a ser seguido, mas, posso dizer que consegui alcançar algumas vitórias, e que, por esse ângulo até posso ser considerada Exemplar. Mesmo assim, não pude deixar de me questionar quais foram as minhas motivações para isso, e por que em grande parte da minha vida eu me considerei, ou pelo menos tentei, ser aquilo que muita gente chama de "joãzinho do passo certo".Me explicando melhor,fiz muita coisa segundo as expectativas do que era considerado o "certo" o "moralmente" desejado: seguindo regiamente as regras e principio para os quais fui sabiamente e fortemente treinada. Conclui, para o meu próprio desapontamento, que, na maior parte do tempo, o meu "modus operantis" diante da vida estava enraizado sobre o medo e a covardia. Medo do que os meus pais iriam pensar, do que a Igreja iria dizer, do que Deus poderia um dia vir a me cobrar, medo da solidão, medo da rejeição... medo de nunca vir a ser feliz. Daí pensei que o mais seguro seria agir de acordo com as expectativas que eu achava que os outros tinham a meu respeito mesmo que isso fosse totalmente contra aquilo que eu pensava, assim, eu poderia sentir menos menos e se algo desse errado, a culpa estaria naquilo que me disseram pra fazer e não nas minhas escolhas.
Hoje penso, depois de muita terapia e alguns anos e experiência sob a face da terra, que eu fui uma grande covarde e tremendamente incoerente comigo mesma. Foi somente há pouco tempo que resolvi gradativamente me libertar e começar a agir um pouco de maneira coerente com as coisas que eu acredito, e por incrível que pareça tenho recebido um maior número de críticas boas, algumas pessoas dizem que "pareço diferente", e procuram apontar razões (geralmente de ordem romântica) para isso. Não, não há nenhuma razão dessa natureza, talvez só um grande cansaço de fazer tudo certinho, e por isso, começar a experimentar novas formas de viver. Confesso que isso ainda é um desafio. Garanto que a minha porção de "Garota Exemplar" ficou lá no passado e deu lugar a uma "Garota Coerente", que ainda está em construção ( mas não vejo perspectiva para isso acabar!!).
Enfim, voltando ao filme posso dizer, sem estragar a surpresas, que aborda essencialmente a relação de um casal em crise, e os pontos de vista do marido e da esposa sob o que e como deve ser um casamento. Um ponto de vista mais comodista e outro querendo romper com isso tudo independente do preço que isso irá custar. Qual o ponto de vista que prevalece no final? Vou deixar para que vocês assistam e tirem suas próprias conclusões. De minha parte, fiquei mais tranquila por estar separada. E vocês o que tem de Exemplar nas suas vidas?

Descontrole da Crespa!!!: Adoçando os problemas...

Descontrole da Crespa!!!: Adoçando os problemas...: Oi gente... olha o findi surgindo... graças a Deus!!! Na semana passada eu conversava com uma pessoa sobre um probleminha de saúde estéti...

Adoçando os problemas...

Oi gente... olha o findi surgindo... graças a Deus!!!
Na semana passada eu conversava com uma pessoa sobre um probleminha de saúde estética que estava  (e continua) me incomodando muito e contra o qual venho lutando a muito tempo, e recebi o seguinte conselho: por que não coloca um pouco de açúcar aí? Confesso que a minha primeira reação foi um sorrisinho forçado e um "ah é mesmo!!!" mas nem resolvi levar o negócio muito a sério.
Pois não é que numa dessas noites de insônia (nas quais mil ideias nascem) resolvi experimentar a tal da receitinha. E, para minha surpresa, na manhã seguinte, o açúcar já tinha começado a fazer efeito! A melhora já estava bem visível. Fiquei bem orgulhosinha por ter tentado algo que eu nem botava muita fé mas que deu um baita resultado.
Na mesma hora fiquei pensando... se funciona pra isso que me incomoda há anos será que não funcionaria pra outras coisas também... e não consegui deixar de pensar: será que ao "adoçarmos" um problema ele vai se acabar se resolvendo?
Ultimamente ando numa vibe muito mais "resolve logo ou te ignoro" em relação aos meus problemas que nem pensei na possibilidade de adoça-los. Talvez isso possa ser uma espécie de resposta (autoajuda modo on), procurar abordar os problemas sob outras perspectivas, destacando os aspectos positivos (autoajuda modo on de novo), ou, numa vibe mais sarcástica (a minha favorita do momento), simplesmente rindo e debochando de tudo. Cada coisa tem o açúcar que merece!!! E vocês adoçam os problemas ou preferem eles in natura?

Alma gêmea!!!

Eu também Carrie.. eu também e sinceramente espero não estar enganada!!!

Pouco me importa!!

Oii pessoas...
Hoje eu estou nessa vibe , a do pouco me importa, sabe como é? Estou realmente nem aí para tudo que tenha qualquer chance de me deixar estressada. Prefiro rir a me importar.
Hoje eu não me importo de ficar um tempão na fila do supermercado porque alguém sem noção resolveu comprar um produto sem preço.
Hoje o fato de me pedirem mil favores, me encherem o saco ligando a tarde toda e me interrompendo a cada minuto não vai me tirar do sério.
Hoje, a necessidade de assumir todas as responsabilidades e culpas por coisas que eu não fiz não vai me fazer mudar de humor.
Hoje eu prefiro ficar numa vibe deboche do que ter que dar explicações e justificativas para as minhas atitudes. Em resumo é isso: eu não me importo!!!
Eu não me importo se ninguém percebe o quanto me sinto sozinha e com medo de muitas coisas.
Eu não me importo se mesmo estando cansada de tudo ainda tenho um monte de decisões que preciso tomar sozinha.
Eu não me importo se eu fiz um plano de vida com alguém que optou pela saída mais fácil.
Simples assim: eu não me importo!!!

Vivendo a vida nos intervalos...

Oi gente boa
Eu andei pensando um pouco no ritmo em que anda a minha vida e percebi que ando vivendo aos intervalos, sim, minha vida está organizada em intervalos entre os desejos/vontades/obrigações que eu tenho com os outros e aquilo que eu realmente gostaria de fazer....Tenho  certeza que, atualmente, 70% do meu tempo está a disposição de outras pessoas. Tenho que satisfazê-las em suas necessidades e tudo mais que eventualmente possam precisar. É cansativo. É frustrante. É desanimador. Veja bem, não falo aqui de filhos, porque a minha filha foi uma escolha que eu fiz e não me arrependo. Adoro ser mãe. Mas o trabalho de administrar uma vida pessoal/materna e ser profissional/gente normal é bem mais desafiador do que eu pensei. E confesso: tem momentos que eu queria só uma ajudinha, uma folga, uma mão amiga pra me dar uma resposta desacompanhada de um julgamento... Enfim... enquanto esse dia não chega... o jeito é aproveitar bem os intervalos!!!

Uma loja chamada Mundo Real

Oi gente cacheada e pessoas em geral
Um dia desses quando ia para o trabalho, passei por uma loja com esse nome "Mundo Real"e não pude deixar de pensar que esse nome não pode ser mais coerente e verdadeiro. Não gente, não tô fazendo comercial da loja e coisa e tal só achei muito filosófico o nome.
Afinal, cada coisa nesse mundo tem o seu preço. Às vezes muito alto. Às vezes extravagante. Em pouquíssimas vezes uma pechincha, e se assim for, pode crer que tem algo de errado.
Não é novidade pra ninguém que a gente é o fruto das nossas escolhas (citação de livro de autoajuda modo on), daí, escolhas feitas às pressas ou de livre e espontânea pressão tem como resultado um preço muito alto a ser pago. E o mundo real não aceita parcelamento no cartão, nem cheque, nem carnê. Daí fez a escolha: tem que pagar o preço. Pra sempre. Sem volta. Mesmo que aja arrependimento não há troca de produto. Não se pode trocar de vida. Nem de pele (se bem que isso é meio questionável, né? Michael Jackson contrariou um pouco isso). Não há devolução. Depois da escolha feita, ela vai te acompanhar pelo resto da vida mesmo que a gente não queira mais o produto. Ele pode até ser repassado mas vai deixar uma marca pra sempre.
Outra coisa, é que, as coisas e as pessoas estão tão loucas e avidas por novidade, prazer e alegria fáceis que, não raramente, se envolvem em situações surreais, relacionamentos impossíveis (ainda mais agora nessa época tão cheia de relacionamentos virtuais)... a pessoa tem centos amigos no face mas só conhece mesmo uns dois ou três... coisas desses dias de relacionamentos líquidos como diria Baumann. E não raras vezes o virtual parece ser bem mais agradável do que o real, bem menos cheio de cobranças, de questionamentos... incomodou... é só deletar... e isso é impossível na mundo/vida real.
O que posso dizer que o Mundo Real não é tão legal e que aprendi que o vale a pena tem um preço muito alto... altíssimo para os meus padrões...

Sobre casamento, fada do dente, papai noel e coelho da páscoa..


Oi gente amiga...
No último final de semana fui a um casamento. Isso juntamente com papai noel e fada do dente são coisas que recentemente entraram na minha lista de mitos da vida/lendas urbanas... Explicando melhor: são coisas que em algum momento da vida acreditei e hoje não passam de coisas mitológicas.
Eu sempre imaginei o encontro do Coelho da Páscoa com o Papai Noel e a Fada do Dente durante as férias de todos... num momento relax, no qual os dois primeiros tiram uma onda da Fada porque o "trabalho" deles é sazonal e por isso, eles tem férias enquanto a Fada do Dente vai ocupar sempre o cargo de estagiária sem férias. Os dois bonachões, bebendo uma cerveja e dando risada enquanto a Fada do Dente tá sempre checando no celular onde é o próximo trabalho...
Aí vocês me perguntam...que viagem... o que essa louca tomou pra viajar tanto e o que casamento tem a ver com isso??
Carma... gentem... tô me recuperando... o final de semana teve o seu momento punk!! E isso foi no casamento. Na igreja. Com padre, padrinhos, choradeira e coisa tal. O padre falando aos quatro ventos que o casamento é indissolúvel... que Deus irá guiar e proteger o novo casal.. e por aí vai.
Para mim, devido aos recentes rumos que a minha vida tomou, eu prefiro acreditar mais na Fada do Dente do que em casamento. Aliás, pensar sobre o assunto me dá nauseas e fico mareada...
Não sou contra o casamento desde que seja dos outros e que não me envolva. Me recuso a acreditar. Só isso. Acabou a magia. Fim. Finito. Fiz tudo o que pude pra manter o meu e mesmo assim acabou. E não foi o único. Um considerável grupo de amigos está nessa mesma situação. Talvez por isso pra mim virou mito. Isso não quer dizer que eu não respeite e que eu não ponha fé no casamento alheio. O caso é só que eu não me vejo mais botando fé e energia em um novo casamento pra mim.
Por outro lado, sendo mesmo um mito, o casamento, assim como a Fada do Dente, o Coelho da Páscoa e o Papai Noel, sempre vão existir porque sempre haverá pessoas para acreditar, e que por osmose, vão fazer a gente acreditar...
Quanto aos noivos do casamento, eu reafirmo, eu não acredito no casamento, mas eu acredito e tenho fé em vocês. Tenho fé de que vocês  irão vão fazer o melhor para que tudo dê certo. E, sinceramente, bem lá no fundo, ainda é mais provável acreditar em vocês do que na Fada do Dente!

Hoje eu preciso de um abraço!!

Hoje eu preciso de um abraço
Hoje eu estou mais cansada do que o costume. Estou cansada de ser valente e ter sempre todas as respostas. Estou cansada de tentar ser a melhor mãe e a melhor filha. Ser a especialista em finanças, a melhor estoquista, a moça do tempo, aquela que está sempre cheia de grande planos e projetos. A pessoa que tem que cuidar da filha, da casa, do carro, dos cachorros...eu queria que só por um dia eu tivesse alguém pra cuidar de mim, me dar um bom conselho, um afago na cabeça e um "tudo vai ficar bem" no final do dia. Ser forte e fazer parecer que "tudo está bem" quando o teu mundo interno tá desmoronando e as tuas certezas estão todas indo por água abaixo dá muito trabalho...
Mas enfim... não vejo muitas mudanças nesse cenário por hora... depois desse pequeno desabafo...é hora de colocar a máscara de "tudo bem" e seguir em frente.


Os medos simples de quando eu era criança

Oi Gente... tudo bem com vocês???
Quando vi essa tirinha me lembrei da minha infância...eu morria de medo do Velho do Saco... essa era a desculpa que a minha vó usava pra que eu me comportasse bem e não saísse na rua... hoje acho que aqueles tempos eram ótimos porque os meus medos estavam todos concentrados em uma coisa só...bem diferente de hoje onde eles estão todos espalhados.. e vocês tem medo do que?

Sobre a arte especial de ser mãe

Oi gente bonita e cacheada...
Hoje escrevo sobre algo que faz parte da minha vida, sobre uma escolha feita com muito cuidado e reflexão. Eu sempre quis ser mãe e ter uma família bem grande, uma mesa cheia de menininhas gritando mãe! mãe! por aí. A minha realidade foi um pouco diferente. Por escolha própria resolvi adiar o sonho da maternidade por um tempo. Queria uma vida bem estável. Segurança financeira e emocional. Consegui um pouco disso e resolvi me aventurar. Curti muito a minha gravidez. Me senti mais bonita e poderosa. Li muito a fim de me preparar. Pesquisei, conversei com muita gente, ouvi milhares de conselhos.
Quando minha filha nasceu, estranhamente, toda aquela ansiedade que eu sentia sumiu. Me senti forte e corajosa e disposta a tudo o que fosse necessário para o bem estar da criança. Nos primeiros dias passei um pouco de trabalho mas depois que nos conhecemos melhor, as coisas começaram a fluir.
Não vou ser pretensiosa e dizer que nunca tive medo ou dúvidas, tive sim, e muitas, mas uma vozinha interna me guiava o tempo todo.
Ser mãe é algo maravilhoso, gratificante,renovador. Mas, também é cansativo, frustrante,dolorido e confuso. É como se, de repente, a pessoa que passou a vida toda se perguntando quem era, agora tem que saber de tudo um pouco, e ter todas as certezas. Prá mim isso é duro, é difícil e pesado. Acho que nunca vou me considerar boa o suficiente pra isso. Nunca vou ser daquele tipo de mãe que jamais esquece o casaco pra filha, o lanche da escola, que ajuda a filha a fazer todos os trabalhos da escola, que não se atrapalha, não perde a linha, não tem medo. Eu sou humana,  feita de carne e osso recheados de dúvidas e incertezas tentando fazer o meu melhor. Prefiro mostrar pra minha filha o quanto eu sou humana, que posso errar e acertar, desistir e tentar de novo e deixar claro que acima de tudo, eu sou a sua melhor amiga e não importa o tamanho do problema se estivermos juntas. Em termos de maternidade prefiro priorizar o meu lado humano do que o meu lado mãe perfeccionista.

A nova tatuagem

Oi gente linda....
Tá aí pra quem quiser ver a minha mais nova tatuagem. Como eu já disse, doeu bastante mas o resultado ficou ótimo. Na próxima semana tenho um evento familiar e já vou aproveitar pra desfilar com a minha mais nova tattoo. Uma coisa posso garantir: a tatuagem dói mas tem tantas outras situações que doem muito mais, fazem muitas pessoas sofrerem por um longo tempo. Levando isso em consideração a dor de uma tatuagem é bem pouca diante de outras coisas que tive que viver. Por isso recomendo: se vocês estão a fim se tatuem. Procurem bons profissionais e se marquem gente linda!

Conversa boa e monstros no armário

Eu, como todo mundo, tenho meus monstros no armário e posso garantir que não são poucos... De vez em quando, para determinadas pessoas especiais, vale a pena colocar alguns monstrinhos pra ventilar. Ontem eu fiz isso. Foi bom e apavorante ao mesmo tempo. Mas acho que já está na hora de começar a fazer isso.

Go natural!

Oi gurias...
Só passei aqui para dar mais um recadinho... quem quiser... pode deixar um comentário aqui na página pra dizer o que achou do blog e dar novas ideias e colaborações para posts.

Obrigadão.

Bons amigos, reencontros e um chá

Rever amigos e pessoas que a gente gosta é sempre prazeroso. Preparar uma pequena refeição, escolher sua melhor louça, arrumar a mesa com carinho, decorar tudo com capricho e atenção... e depois conversar, rir, trocar receitas, fazer confidências e aos poucos voltar a tecer a preciosa teia que nos liga às pessoas importantes na nossa vida. Obrigada Tia Lucia. Adorei a companhia.

Projeto capilar em andamento...

Oi gente...
Meu projeto capilar é fazer com que o meu cabelitcho fique parecido com esse da figura aí de cima. Ainda falta bastante pra isso mas estamos trabalhando. Nesse sábado fui até o novo salão do Belmar Vargas no shopping Pelotas para dar um jeitão mais "blackpower" para o meu cabelo. Fui atendida pela Jaque e pela queridíssima e loira Sabrina que leu a minha mente e consegui ajeitar a minha juba do jeito que eu queria... fiquei nas nuvens!!!
Mais uma vez devo uma foto. Prometo pra vocês que vou postar algumas nessa semana.
No mais, pós corte de cabelo agora é partir para a rotina de hidratação de sempre, um dia sim outro não, misturinhas de creme com bepantol e vitaminas e touca térmica. O processo todo não é digno de ser visto mas o resultado é excelente. Cada vez mais tenho certeza que o caminho para ter um cabelo cacheado bonito é a hidratação: sempre com óleos naturais(de preferência) e cremes variados. O resto é o resto. Se vai ter um pouco de frizz, relaxa guria, com todo esse cabelão só tu mesma vai prestar atenção em uns poucos fiozinhos...
Gurias, ser crespa/cacheada... não é castigo... é missão!!!

Hoje é dia de tattoo baby!!! Aonde? No BatCat é claro!!!

Oi cacheadas
Espero que esteja tudo bem com vocês. Eu tô legal...na verdade em recuperação... fiz uma big tattoo no sábado com o Kiko do Batcat (o melhor estúdio da cidade!!!) Quatro horas de dores em grau variado, conversa boa, música, arte e cultura... foi dolorido mas ficou linda. Depois que cicatrizar eu posto uma foto pra vocês verem...
Reza a lenda que as tatuagens devem ser sempre em número ímpar, portanto, agora, depois dessa que foi a número 8 vou ter que pensar em mais alguma pra acertar a numeração.
As pessoas sempre perguntam se tatuagem dói. Gente, é claro que dói, o que varia é o grau de tolerância de cada pessoa, eu sou bem tolerante e fico querendo que tudo termine logo pra ver o resultado final. Ah, outra coisa, o Kiko, o tatuador, é super tolerante e paciente além de ser um artista incrível e uma pessoa tri legal.
Gurias, recomendo o Batcat porque além do trabalho incrível, dos artistas super competentes, o clima de respeito e "família" é muito bom. Todos os funcionários são super atenciosos e te tratam com o maior respeito. Além disso, tudo é super limpo e o material todo é aberto na frente do cliente e o que for descartável vai direto pro lixo.
Essa não foi a primeira vez que me tatuo com os guris, mas a primeira na qual eu posso publicamente demonstrar o quanto as pessoas que lá trabalham são competente e gente boa.

                      Amanhã é dia de tatuagem nova, bebê!!!
O dia demorou mas chegou!!!
Não sou obrigada... mas tenho que...
ouvir conversas de gente egocêntrica
interagir com pessoas que só te enxergam quando precisam de um favor
realizar tarefas que não são da minha competência e/ou responsabilidade
conversar com pessoas que ficam o tempo todo me tocando
aguentar gente de mau humor, de mau com a vida e que passa o tempo todo reclamando
prestar atenção em gente que acha que o seu tempo é mais valioso que o meu
ouvir conselhos de quem não sabe como eu vivo ou o que sinto
interromper tarefas importantes pra ficar ouvindo abobrinhas
aturar pessoas folgadas ou sem noção
mudar minhas atitudes para ser aceita em determinados grupos
ser politicamente correta e não dizer o que eu realmente penso sobre determinadas pessoas
ouvir pessoas que se acham dona da verdade e decidem resolver os problemas do mundo
fazer dieta, ter uma alimentação saudável e fazer exercícios
ser coerente, paciente e estar sempre com um sorriso no rosto
afinal, sou gente, sou crespa e descontrolada... não devo dar explicações pra ninguém.

Então: acho que no meu caso, as duas coisas são verdadeiras. Penso que tem pessoas para as quais não se pode estender o braço que já querem o corpo todo: são pessoas que te pedem um favor e nunca estão satisfeitas, estão sempre pedindo mais uma coisinha e mais um favorzinho, mais uma coisinha, pra ontem... aja paciência...
Às vezes dá pra aplicar o modo paisagem.... mas em outros momentos dá vontade de pular no pescoço da criatura... enfim...fazer o que??
No final das contas é entender o corpo todo e assim que der uma brechinha tomar um chá de sumiço... e dá próxima vez, nada de se oferecer prá ajudar ok?


Oi gente boa... espero que vocês estejam bem. Eu tô super empolgada com essa estória do blog. Tô tendo mil ideias pra escrever por aqui.
Vamos por partes... buenas, se o blog também é sobre cabelos vou falar um pouco sobre os meus.
Atualmente estou tentando chegar a um look loiro shakira e isso é um veneno para os cabelos cacheados. Faz uns cinco meses que não faço relaxamento, tô tentando deixar natural mas tá bem difícil. O que me salva são umas fotos de cacheadas do Pinterest que tem me servido de inspiração.
Vou falar um pouco da minha experiência (recente) capilar... porque se eu fosse contar toda ficaríamos páginas em conversas. Depois de cinco meses sem fazer nada, botei na cabeça que queria ficar loira. Marquei horário em um salão conhecido (que fazia tempo que eu não ia, porque eu sabia que a cabelereira que costumo frequentar ia se recusar a fazer) e me aventurei. Eu sabia que ia detonar o meu cabelo mas o meu desejo consumista foi maior!! Fiz o descoloramento!!! O meu cabelo que já era fragilizado ficou bem pior... as pontas ficaram detonadas. Mas isso tudo eu já sabia, e ainda assim me bateu o panicão. Pensei comigo: hidratação e youtube aí vou eu. Vou contar prá vocês meus dois melhores amiguinhos:





                         
Eles são a salvação da lavoura. Experimentem misturá-los com um creme de tratamento e uma touca térmica por 30 minutos no mínimo. Com certeza seus cachinhos vão agradecer!!!